Foi em dezembro do ano passado que um acidente entre carreta, ônibus e carro matou 39 pessoas na BR-116, em Teófilo Otoni, Minas Gerais. Nesta semana, resultados do exame toxicológico realizado no motorista da carreta dois dias depois da batida, em 23 de dezembro, apontaram que o suspeito usou cocaína, ecstasy e outras drogas. Ele foi preso na manhã desta terça-feira (21), exatamente um mês após a tragédia.
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Foto: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais
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Conforme o G1, informações da decisão judicial que decretou a prisão de Arilton Bastos Alves, de 49 anos, dão conta de que o exame detectou ainda MDA, alprazolam e venlafaxina no material biológico do condutor da carreta.
Os peritos concluíram que Alves consumiu “cocaína e álcool etílico concomitantemente”. Ainda conforme a decisão judicial, “há indícios de que os investigado tinha por costume conduzir veículo automotor sob efeito de bebidas alcóolicas”. De acordo com o portal, ele já havia sido abordados com sintomas de embriaguez por policiais em julho de 2022, o que acarretou na suspensão do direito de dirigir.
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Em nota enviada ao G1, a defesa de Arilton Bastos Alves se disse surpresa com o decreto de prisão preventiva. “Ressaltamos que o caso ainda está em fase de investigação, não fomos cientificados dos fundamentos da prisão e que todas as providências jurídicas cabíveis serão tomadas para assegurar o devido processo legal, direito de defesa e a restauração da liberdade”, registrou.