Nesta terça-feira (24), um gato com ferimentos na face foi encontrado no bairro Rondônia, em Novo Hamburgo. Segundo relato do morador de um condomínio na Rua Guia Lopes, o animal já havia aparecido no local anteriormente, aparentemente com uma ferida vermelha próxima ao olho esquerdo, que se ampliou desde suas últimas visitas.
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Foto: Arquivo pessoal
O residente disse ter publicado o caso em suas redes sociais e procurado por figuras públicas para resolução da situação, além de ter comunicado alguns órgãos, como a Brigada Militar e Guarda Municipal. Porém, o procedimento atual para a solicitação de serviços como atendimento, recolhimento, castração, denúncias de casos referentes a causa animal, possui canais específicos de direcionamento.
Canais de atendimento para casos envolvendo animais
Em casos como este, deve ser acionada a Diretoria do Bem Estar Animal (DBEA), integrante da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU). O primeiro passo é a abertura de um protocolo, que pode ser feito presencialmente (no 1º andar da Prefeitura), pela plataforma online da Prefeitura de Novo Hamburgo (por meio do site novohamburgo.atende.net), ou ligando para um dos números: 156, 3097-9400, 3594-9999.
Assim como no caso deste gato, não é possível o atendimento de animais sem o preenchimento deste protocolo.
A gerente do DBEA, Lelly Teixeira, explica: “O primeiro passo que a pessoa deve fazer e precisa fazer para ajudar um animal é o protocolo. É o único meio oficial para fazer este pedido. Rede social, Instagram, Facebook, WhatsApp, não são meios corretos de pedir ajuda para um animal, para o município.”
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A gerente também exemplifica a atuação correta no resgate de um animal, relembrando o caso do cão Alemão, encontrado na Rodoviária de Novo Hamburgo em janeiro deste ano. Na situação, o trato foi ideal, segundo Lelly.
“A pessoa que encontrou ele fez tudo da forma mais correta possível. Ela conteve o animal, fez a abertura do protocolo, fez contato com a gente para informar a gravidade da situação. E outra coisa muito importante: ficou no local com o animal até o socorro chegar. Porque muitas vezes a pessoa diz, ‘passei por tal lugar e tem um cachorro machucado’. A gente não consegue atender assim”, completa Lelly.
Não houve mais notícias do gato que transitava no bairro Rondônia até o fechamento desta matéria. Para ajudar este e outros animais em vulnerabilidade, siga as instruções descritas e busque os órgãos competentes.