O caso do suposto rato morto encontrado dentro da fralda de um bebê no Rio de Janeiro segue com desdobramentos. Nesta quinta-feira (5), a Softys do Brasil, marca responsável pela fralda usada na criança, informou que foi concluído o laudo pericial sobre o conteúdo que pegou a mãe do bebê de surpresa no fim de maio.
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Foto: Reprodução
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Segundo a Softys do Brasil, a partir do laudo emitido pela Polícia Técnico-Científica do estado do Rio de Janeiro “ficou comprovado que o objeto encontrado no produto é um adesivo presente na composição da fralda, razão pela qual não apresenta nenhum risco à saúde”.
A empresa reiterou que está em contato com a consumidora, Mariana Sobral, e segue contribuindo com as autoridades. “Além disso, reforça seu compromisso com a segurança, a transparência e o respeito aos consumidores que confiam em seus produtos.”
A reportagem busca mais informações sobre o assunto com as autoridades.
O caso
O caso foi registrado no fim de maio, mas ganhou repercussão na segunda-feira (2).
Conforme a mãe da criança, por volta das 3h30 da madrugada daquele dia, ela ligou uma luz fraca, deu de mamar e, na sequência, trocou a fralda dela. Quatro horas depois, Mariana se deslocou para o mesmo processo, quando se deparou com uma mancha escura na fralda.
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Primeiro, ela pensou se tratar de um algodão sujo, mas, quando olhou novamente, relatou ter visto um suposto camundongo na fralda do bebê. Segundo informações do G1, o corpo estranho estava embaixo da primeira camada de tecido.
Desde então, a empresa reiterou que não teve acesso à fralda, e que o objeto foi levado para perícia. A Delegacia da Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Decon) apura a denúncia feita pela mãe.