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"O Sul é nosso país": Governador de SC fala sobre separar região Sul do restante do Brasil; entenda

Jorginho Mello (PL) fez "brincadeira" em referência ao movimento separatista "O Sul é o Meu País"

Publicado em: 16/06/2025 às 09h:59 Última atualização: 16/06/2025 às 10h:05
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O governador catarinense Jorginho Mello (PL) fez uma “brincadeira” em referência ao movimento separatista “O Sul é o Meu País”, que propõe a separação dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do restante do Brasil.

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“Temos dois candidatos à Presidência da República aqui. Daqui a pouco, se o negócio não funcionar muito bem lá para cima, nós passamos uma trena para o lado de cá e fazemos ‘o Sul é nosso país’, né?”, disse rindo o governador, provocando risos da plateia.

Jorginho Mello | abc+



Jorginho Mello

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A fala ocorreu durante um evento de construção civil em Curitiba, no Paraná, na quinta-feira (12).

Aliado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Mello se referia aos governadores gaúcho, Eduardo Leite (PSD), e paranaense, Ratinho Júnior (PSD), ao falar sobre os “presidenciáveis”.

Os dois, que o acompanhavam no painel do evento, também foram elogiados pelo governador catarinense, que afirmou haver grande parceria entre os três Estados.

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“Passar a régua”

Em outro momento, Mello também brincou com o governador do Paraná falando sobre “passar a régua”, comentando sobre o erro de medição que levou o governo paranaense a perceber que uma área equivalente a 500 campos de futebol pertence, na verdade, a Santa Catarina, mudando o mapa dos Estados em 2024.

“As divisas estavam meio erradas, aí passamos a régua, ele foi generoso e deixou nós pegarmos. Mas não tinha muita coisa boa em cima, não”, falou rindo.

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Bolsonaro sinaliza apoio

Apesar de inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro ainda se coloca como candidato possível ao próximo pleito. Ratinho e Leite são apostas de possíveis sucessores, mas, atualmente, não são os preferidos.

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Nesta semana, Bolsonaro sinalizou ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que está disposto a apoiá-lo como candidato no ano que vem em uma chapa que teria como vice a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

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Pesquisa

No início do mês, pesquisa Genial/Quaest apontou Ratinho Júnior como nome da oposição que teria mais chances de reunir amplo apoio caso Tarcísio não seja candidato ao Palácio do Planalto.

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Leite também tentou se firmar no caminho à Presidência, mas a prioridade da sigla de Gilberto Kassab, ao qual se filiou no mês passado trocando os tucanos, é lançar Ratinho, se houver condições. O gaúcho só teria a preferência se disparasse nas pesquisas, e deve concorrer ao Senado, como mostrou a Coluna do Estadão.

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