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MAL SÚBITO

Padre que fez primeiro velório de turista de Canoas em uma das capelas do Cristo Redentor deve participar de despedida no RS

Um dos ajudantes na tentativa de reanimar vigilante João Alex Duarte foi o padre João Damasceno; despedida da vítima ocorrerá em São Leopoldo

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Publicado em: 18/03/2025 às 11h:47 Última atualização: 18/03/2025 às 11h:48
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O mal súbito do vigilante João Alex Duarte, de 54 anos, morador de Canoas, que subia a escadaria para conhecer o Cristo Protetor pela primeira vez, mobilizou não só o filho, Alex Magalhães Duarte, e a nora, Melissa Schiwe, mas outras pessoas que viram o momento em que a vítima caiu no chão na manhã de domingo (16). Um dos ajudantes nessa tarefa foi o padre João Damasceno, que celebra missas numa das capelas que existem no santuário.

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Padre João Damasceno ajudou na tentativa de socorrer turista de Canoas que sofreu mal súbito na escadaria do Cristo Protetor | abc+



Padre João Damasceno ajudou na tentativa de socorrer turista de Canoas que sofreu mal súbito na escadaria do Cristo Protetor

Foto: Divulgação

O enfarte de Duarte aconteceu às 7h39 daquele dia, quando ele parou entre dois lances de escada e começou a passar mal. Sem socorristas no local, a nora, que é enfermeira especialista em atenção cardiovascular, logo gritou e pediu ajuda. O esforço dela e dos populares foi em vão, e socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram às 8h13 e constataram a morte de Duarte.

Após a constatação do falecimento, o corpo de Duarte foi levado para uma das capelas, onde o padre Damasceno realizou um primeiro velório.

Pelas redes sociais, Melissa criticou o despreparo no atendimento ao sogro. “Como alegar que ele teve um infarto fulminante e que nem uma UTI teria salvo a vida dele se não havia nem uma ambulância no parque nem atendimento de urgência, que deveria estar aberto?”, questionou na legenda de uma foto.

Imagens mostram socorro a turista gaúcho que sofreu mal súbito no Cristo Redentor
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O cadáver será levado para São Leopoldo, terra natal da família de Duarte. Haverá um velório no Centro Ecumênico e, depois, o corpo será cremado. O pároco vai viajar até a cidade gaúcha para participar da cerimônia e oferecer apoio à família. Conforme os advogados Joel Lazzarin e Matheus B. Alves, da Lazzarin Advogados Associados, que representam os parentes de Duarte, a data da despedida não será revelada para preservar o luto dos familiares.

A visitação ao monumento foi normalizada nesta terça-feira (18), depois de uma vistoria da Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor, que constatou a adoção de medidas para garantir a segurança dos visitantes, como o funcionamento de um posto médico das 7 às 19 horas e a permanência de uma ambulância no local.

*Com informações de Estadão

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