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Segurança Pública

Após perder 80% do efetivo em 20 anos, Campo Bom começa a receber reforço da Brigada Militar

Três novos policiais, duas viaturas e quatro fuzis chegaram à cidade neste ano, mas prefeitura segue cobrando mais efetivo do Estado

Dário Gonçalves
Publicado em: 28/05/2025 às 14h:31 Última atualização: 28/05/2025 às 14h:32
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Depois de anos enfrentando a redução progressiva do efetivo da Brigada Militar, que caiu cerca de 80% em duas décadas de acordo com a Prefeitura, Campo Bom começa a registrar os primeiros sinais de reforço na segurança pública.

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Vice-prefeita Gênifer Engers acompanhou a entrega da viatura junto a policiais da Brigada Militar | abc+



Vice-prefeita Gênifer Engers acompanhou a entrega da viatura junto a policiais da Brigada Militar

Foto: Emerson Santos/PMCB

Desde janeiro, a Administração tem cobrado o Comando da Brigada Militar por mais policiais e estrutura para o município. O esforço, segundo o prefeito Giovani Feltes, começa a dar resultado com a chegada de três novos brigadianos, que já foram incorporados ao efetivo local desde o início de 2025.

Além dos novos policiais, o município recebeu duas viaturas e quatro fuzis. Um dos veículos foi entregue oficialmente nesta terça-feira (27), com a presença da vice-prefeita Gênifer Engers. A aquisição foi feita pelo Estado, com recursos do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (Piseg), que permite a empresários destinarem parte do ICMS para a segurança na própria cidade.

Apesar dos avanços, a Prefeitura afirma que o número atual ainda está longe do necessário para atender à demanda da população. “Reconhecemos e agradecemos o esforço demonstrado até aqui, mas certamente continuaremos a solicitar mais brigadianos a fim de garantir ainda mais segurança à nossa população”, declarou o prefeito.

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Segurança reforçada pela Guarda Municipal

Desde janeiro, Feltes se reuniu com o Comandante-Geral da BM, coronel Cláudio Feoli, e com os comandantes regionais do 32º BPM para tratar do tema. Ele também acionou o Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (Consepro), buscando engajamento da entidade na busca por soluções.

A Prefeitura destaca ainda que a criminalidade só não aumentou na cidade devido à atuação da Guarda Municipal, criada para suprir parte da lacuna deixada pela redução do efetivo estadual. “Segurança pública é responsabilidade do Estado. Não podemos seguir desviando recursos de áreas prioritárias como saúde e educação para cobrir essa ausência”, alerta a administração.

A integração entre as forças locais (Brigada Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal) tem sido apontada pela Prefeitura como essencial para manter o controle da criminalidade, com trocas de informações e operações conjuntas.

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