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OBRAS PARADAS

Cooperativa de Campo Bom busca soluções para loteamento em obras desde 2016

Associados da Cooperpoli se reuniram com prefeito Giovani Feltes e membros da área técnica da prefeitura

Cooperativa de Campo Bom busca soluções para loteamento em obras desde 2016
Publicado em: 29/05/2025 às 22h:00 Última atualização: 02/06/2025 às 15h:19
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Associados da Cooperativa Habitacional do Vale do Sinos (Cooperpoli) se reuniram na noite desta quinta-feira (29) com o prefeito de Campo Bom, Giovani Feltes e membros da área técnica do município. O objetivo? Destravar o processo de licenciamento do Loteamento Cooperpoli.

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Reunião na prefeitura de Campo Bom  | abc+



Reunião na prefeitura de Campo Bom

Foto: Juliano Piasentin/ GES-Especial

Localizado no bairro Quatro Colônias, próximo da Vila Brita, o loteamento tem 168 casas prontas e um projeto para mais 317 terrenos convencionais. As obras começaram em 2016 e desde então nenhum cooperativado conseguiu se mudar para o local.

“Não posso esperar mais 20 anos para entregar as casas para as pessoas”, diz o presidente da cooperativa, Antônio Catano, se referindo ao início do sonho, há 21 anos, quando o grupo foi formado.

Atualmente, uma série de licenças relacionadas a Fase 2 do loteamento estão pendentes. Elas precisam ser concedidas pelo poder público municipal. “Queremos que seja cumprido apenas aquilo que está na lei”, afirmou o prefeito Giovani Feltes durante o encontro.

O mandatário reiterou que está aberto ao diálogo e que, dentro das possibilidades do município, a intenção é auxiliar a cooperativa. Entre as alternativas estão reuniões a cada 30 ou 45 dias, para saber como as ações dos associados estão se desenvolvendo. “A ideia é sempre a construção”, salienta Feltes.

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Licenças pendentes

Com a Fase 1 completa e regularizada, ao menos seis licenças estão pendentes para a sequência da Fase 2: projeto de instalação elétrica com aprovação da RGE, aprovação do projeto de rede de água da Corsan, projeto do tratamento de esgoto sanitário com aprovação da Corsan, aprovação do projeto urbanístico para licenciamento, projeto de drenagem com aprovação pelo município e aprovação da galeria já construída.

O que mais preocupa os associados é justamente o tratamento de esgoto, devido ao valor envolvido. Entretanto, a reunião na sede da prefeitura serviu para dar um novo ânimo em busca de soluções.

Recentemente, o loteamento inclusive garantiu a verba de R$ 8 milhões por meio do Ministério das Cidades e do programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades. “Vamos seguir lutando”, completou Antônio.

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