Temperos, chás e artesanatos natalinos foram as atrações principais do encerramento do projeto Quintal Esperança, um dos realizados pelo Conexão Esperança, em parceria com o Fundo Sicredi.

Foto: Susi Mello/GES-Especial
Na Praça CEU, no bairro Boa Saúde, os produtos deram start a uma nova ideia para 2025: incentivar a economia solidária, inclusive, com a realização de uma empresa de chás e de feiras para venda do que produzem em suas casas.
A programação, que envolve mulheres que moram especialmente no Residencial Novo Hamburgo, iniciou com a inauguração da estufa com mudas de chás e temperos na horta comunitária da Praça.
Depois, teve almoço com as envolvidas e culminou com a feira com a venda do que foi plantado e produzido com materiais recicláveis para enfeitar as casas no Natal.
Histórias de superação marcaram o sábado (7). A educadora infantil Maria Cristina Veber, 45 anos, conta que o tratamento à depressão tem auxílio com o plantio de tempero verde, rúcula, capuchinha, hortelã e alface. “É importante ter esse espaço porque reflete em amor, carinho e atenção”, declara Maria Cristina.
“A gente fica com a casa mais bonita”, complementa a aposentada Benilda de Aguiar Lopes, 67. Participante do projeto Quintal Esperança, ela também tem sua horta e aproveitou o sábado para comprar um enfeite natalino, produzido por mulheres que se dedicam ao artesanato no projeto Conexão Esperança.
“É um encerramento com chave de ouro da programação deste ano”, sublinha a coordenadora do Conexão Esperança, Claudete Schneider, acrescentando que 22 famílias participam do Quintal Esperança e que no próximo ano terá novidades.
A proposta é inscrever em edital do Fundo Sicredi para no ano que vem ser trabalhada a economia solidária. “Na prática teria uma feira solidária, com venda de produtos das hortas das casas e da Praça CEU”, complementa.
Além disso, o Conexão Mulheres, em 2025, quer concretizar o sonho de ter uma associação de economia solidária. “Queremos ensinar elas como se trabalha dentro dos princípios da economia solidária”, sustenta.