A Emater/RS-Ascar projeta que a safra de pinhão no Rio Grande do Sul em 2025 alcance cerca de 860 toneladas. A maior parte da produção está concentrada na Serra Gaúcha, Hortênsias e Campos de Cima da Serra, que devem colher mais de 600 toneladas. No Planalto, a estimativa é de 110 toneladas, enquanto as regiões Centro Serra e Serra do Botucaraí devem somar aproximadamente 150 toneladas.

Foto: Reprodução/Pixabay
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As previsões apontam para uma manutenção dos índices da safra anterior em alguns municípios, enquanto outros podem registrar crescimento entre 10% e 20%. Porém, em determinadas localidades, a produção pode cai devido às condições climáticas. “As secas recorrentes nos últimos anos, as chuvas abundantes no fim do inverno e no início da primavera, além da alternância de produção característica da Araucária, influenciam diretamente na colheita”, explica a engenheira florestal Adelaide Ramos, do regional de Caxias do Sul da Emater.
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O período oficial de colheita, transporte, comercialização e armazenamento do pinhão no Estado teve início em 1º de abril.

Foto: Rogério Fernandes/Emater
“O produto está ligado à cultura e à tradição e é importante na geração de renda e mesmo no sustento das unidades de produção familiares que trabalham com o extrativismo da semente”, destaca o engenheiro florestal Antônio Borba, assistente técnico estadual da Emater/RS-Ascar.
À medida que a colheita avança, os técnicos da Emater/RS-Ascar seguem acompanhando os resultados para confirmar as estimativas iniciais e avaliar o impacto das condições climáticas sobre a produção.