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Filhos de vítimas de acidente aéreo em Capão da Canoa fazem pronunciamento

Guilherme, Fabrício, Fábio e Felipe são filhos de Luís Antônio Ortolani e Déborah Belanda Ortolani; casal organizava a tradicional Feira de Ibitinga

Publicado em: 08/04/2026 às 16h:50 Última atualização: 08/04/2026 às 16h:51
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Os filhos dos empresários que morreram na queda de um avião em Capão da Canoa, no litoral norte do Rio Grande do Sul, se manifestaram nas redes sociais e afirmaram que darão continuidade ao trabalho desenvolvido pelos pais.

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Luís Antônio Ortolani e Déborah Belanda Ortolani eram responsáveis pela Feira de Ibitinga, evento itinerante que percorre cidades do Rio Grande do Sul e de outros estados.

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Guilherme, Fabrício, Fábio e Felipe eram filhos de Luís e Déborah Belanda Ortolani | abc+



Guilherme, Fabrício, Fábio e Felipe eram filhos de Luís e Déborah Belanda Ortolani

Foto: Reprodução/Rede social

Em um vídeo publicado nas redes, Guilherme, Fabrício, Fábio e Felipe, filhos do casal, reforçaram que o evento seguirá sendo realizado conforme o planejamento já estabelecido.

“Informamos que a Feira de Ibitinga seguirá funcionando normalmente nas datas previamente programadas”, escreveu a organização da feira nas redes sociais.

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A publicação também destaca o compromisso de manter o trabalho construído ao longo dos anos pelos empresários.

“Seguimos com o compromisso e legado de realizar a feira com a mesma dedicação e qualidade de sempre, honrando a história e a importância desse evento para todos”, acrescentou.

A próxima edição da Feira de Ibitinga já tem data marcada. O evento está programado para ocorrer entre os dias 17 e 26 de abril, no Zaffari Ipanema, em Porto Alegre.

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Acidente aéreo

Na última sexta-feira (3), um avião de pequeno porte caiu e atingiu um restaurante, que estava fechado no momento. As quatro pessoas que estavam a bordo da aeronave — o casal Débora e Luis Antonio, Renan Saes e o piloto Nelio Pessanha — não resistiram aos ferimentos e morreram. Não houve vítimas em solo.

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Segundo o Corpo de Bombeiros, o casal de passageiros dividia residência entre Xangri-Lá e Ribeirão Preto, e sairia de Capão da Canoa com destino ao aeroporto de Itápolis, em São Paulo.

Renan Saes era neto do dono do avião, Renato Saes. Engenheiro de produção de formação, Saes era empresário e tinha uma companhia de aviação, a Peluzzi Aviation, e outra do ramo de produção de gelo.

Informações preliminares apontam que a aeronave teria colidido com a rede de energia elétrica logo após a decolagem, por volta das 10h35 da manhã.

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O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado, realizou a perícia e será responsável pela apuração das causas do acidente.

O avião tinha prefixo PS-RBK e era do modelo Piper JetPROP DLX. Fabricada em 1999, a aeronave estava regular em relação à sua situação de aeronavegabilidade (o estado de segurança do avião), conforme site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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