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Fotojornalista Ricardo Chaves, o Kadão, morre aos 73 anos em Porto Alegre

Ele lutava contra um câncer na bexiga; na próxima segunda seria homenageado pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI)

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Publicado em: 04/04/2025 às 23h:53 Última atualização: 05/04/2025 às 00h:08
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Morreu na noite desta sexta-feira (4) em Porto Alegre, aos 73 anos, o fotojornalista Ricardo Chaves, o Kadão. Há pouco menos de um ano ele vinha lutando contra um câncer na bexiga e, nesta sexta, foi internado no Hospital Moinhos de Vento. Ele deixa a esposa Loraine, dois filhos e dois netos.

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Ricardo Chaves, o Kadão, morre aos 73 anos | abc+



Ricardo Chaves, o Kadão, morre aos 73 anos

Foto: Reprodução

Natural de Porto Alegre, Kadão era um dos mais conhecidos fotojornalistas do Estado. Na próxima segunda-feira (7) ele seria um dos 11 homenageados pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI) com a medalha Alberto André, a maior honraria da entidade. A despedida está marcada para este sábado (5), a partir do meio-dia, no Crematório Metropolitano.

O último trabalho de Ricardo Chaves foi como titular da coluna Almanaque Gaúcho, que ocupava uma das últimas páginas da edição impressa do jornal Zero Hora. Antes ele foi fotógrafo e editor de fotografia do jornal, onde começou a trabalhar no início dos anos 1970. Nos anos 1980 trabalhou em veículos dos grupos Estado e Abril em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro

“Além de magistral repórter fotográfico, Kadão era editor excepcional, dono de texto escorreito e presença inestimável em qualquer equipe dedicada a fazer jornalismo”, escreveu no Instagram o jornalista e professor Luiz Antônio Araújo, que trabalhou com Ricardo Chaves por 30 anos em Zero Hora. “Era inigualável contador de histórias”, completou.

O também jornalista Oziris Marins, da Band, se disse impactado com a partida “do querido Kadão”. “Ricardo Chaves tinha olhar de ‘lente’, teleobjetiva ou grande angular conforme a cena. Caráter e coração gigantes. Muito aprendi no jornalismo com ele nas longas noites de redação em ZH! Descansa em paz amigo e mestre!”, escreveu no X.

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