O tempo no Rio Grande do Sul vai mudar após a chegada de uma frente fria que avançará pelo Estado com aumento de nebulosidade e chuva entre esta quarta (16) e a quinta-feira (17). Segundo a MetSul Meteorologia, o fenômeno atmosférico não deve ser intenso, mas provocará instabilidade em todas as regiões gaúchas.
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Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial
Essa mudança do tempo deve ter início ainda na tarde desta quarta, com chuva localizada em pontos do Oeste do Estado — enquanto na maioria das regiões gaúchas o sol aparece com nuvens e temperatura alta pelo quadro pré-frontal. Até o final do dia, a frente se deslocará com chuva pelo Sul e pontos do Centro gaúcho, mantendo também a instabilidade no Oeste.
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Entre a madrugada e a manhã da quinta, o sistema vai trazer instabilidade com muitas nuvens e chuva para a maior parte do Rio Grande do Sul, inclusive para a Grande Porto Alegre — onde o tempo deve mudar a partir da madrugada da quinta-feira.
Ao longo do dia 17 de julho, uma melhora do tempo é esperada no Oeste e no Sul. Contudo, para o sul do território gaúcho a melhoria será temporária, já que a circulação de umidade de uma área de baixa pressão fará com que a chuva retorne.
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“Esta baixa pressão, que acompanha a frente fria, trará vento moderado com rajadas por vezes no ingresso de ar mais frio durante a quinta-feira, o que trará não só temperatura, mas também sensação térmica baixa”, ressalta a MetSul.
Já na sexta-feira (18), o tempo firma em grande parte do Estado, mas a baixa pressão na costa ainda traz chuva isolada em pontos da Metade Leste gaúcha, que se alternará com sol em vários pontos.
O que esperar da chuva
A MetSul pontua que os dados, em geral, indicam que essa nova frente fria não será intensa, e, desta forma, provocará chuva com volumes baixos na maioria das localidades. Assim, o cenário visto em junho deste ano, quando sistemas trouxeram altos volumes de chuva que provocaram cheias de rios, não deve se repetir.
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A pouca intensidade do fenômeno também reduz o risco de ocorrência de tempo severo. No entanto, haverá ar quente na dianteira do sistema frontal, o que não permite se descartar a formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical. Assim, o risco de tempo severo será baixo e qualquer ocorrência será localizada.