Um novo prédio com 16 mil metros quadrados e com espaços para gastronomia e cultura. A partir desta sexta-feira, dia 31, entra em operação a primeira fase do projeto de expansão e revitalização do antigo hotel Laje de Pedra, em Canela.
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Foto: Kempinski Laje de Pedra/Divulgação
Junto ao icônico empreendimento hoteleiro da cidade, foi construída a nova estrutura. Chamado de edifício Bosque, o local – que é aberto ao público – abriga o restaurante 1835 Carne e Brasa, wine bar e loja La Victoria, além de galerias de arte e uma atração de experiência, que conta a história da Serra gaúcha e do antigo hotel. “E ainda permite ter a sensação de visitar o futuro Kempinski Laje de Pedra quando estiver pronto”, descreve o sócio do empreendimento, José Ernesto Marino Neto.
Em breve, o local contará também com uma enfermaria com telemedicina e 1 mil vagas de garagem. “Esse edifício não existia, é completamente novo e foi uma obra gigantesca. Foram quase 30 mil metros cúbicos de terra e quase 20 mil metros cúbicos de pedra retirados da área”, descreve José Ernesto.

Foto: Divulgação/Divulgação
Agora, inicia a segunda fase da obra, que é a modernização – o retrofit – do hotel. O Laje de Pedra encerrou as atividades, em maio de 2020, depois de 42 anos de funcionamento. Para dar uma vida nova ao local, haverá um investimento estimado em R$ 500 milhões, aportado pelo grupo LDP Canela. Para oferecer um padrão internacional de seis estrelas, a operação hoteleira será comandada pela rede Kempinski Hotels.
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Segundo o sócio, as paredes internas estão sendo demolidas para a readequação da área, de 24 mil metros quadrados. Os tradicionais arcos das janelas serão mantidos, mas com uma aparência externa modernizada. Somente nesta etapa, serão investidos R$ 300 milhões.

Foto: Letícia Remião/Divulgação
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A projeção de entrega da obra é para novembro de 2026, com previsão de abertura do hotel em fevereiro do ano seguinte.
“Teremos todos os bares, restaurantes, teatro, fitness center, spa com 1,2 mil metros quadrados, academia, kids club, lojas e os novos 128 apartamentos”, ressalta José Ernesto. Piscinas aquecidas e uma piscina com borda infinita voltada para o Vale do Quilombo também estão previstas.
Por fim, serão construídas as demais áreas privativas do empreendimento, com previsão de término em dezembro de 2027.
Antecipação da infraestrutura

Foto: Kempinski Laje de Pedra/Divulgação
Conforme José Ernesto, o intuito do projeto é oferecer opções de investimentos e de uma segunda casa compartilhada. Ele afirma que a estimativa atual é de quatro proprietários por apartamento, sendo que há unidades que uma mesma pessoa comprou todas as frações. “Com R$ 800 mil, você consegue comprar algo absolutamente mágico, maravilhoso, fantástico, sensacional e único”, descreve.
Para quem não for proprietário, o sócio declara que as diárias do hotel devem girar em torno de 600 dólares. “Estamos muito orgulhosos. Enfrentamos muitas dificuldades, por causa das enchentes, mas estamos mantendo o nosso cronograma de obras. Já temos mais de 400 proprietários e todos estão ansiosos para que o empreendimento fique pronto. Estamos criando um empreendimento muito maior que a gente previa lá no início”, aponta.

Foto: Anderson Xavier/KLP/Divulgação
O empresário destaca que está sendo criada uma comunidade entre os proprietários e, mesmo sem os apartamentos prontos, já estão frequentando o local. “Queremos adiantar os nossos atrativos para que eles possam interagir, trocas experiências e fazer novas amizades”, reforça. “Se o sujeito tem bom gosto, se é uma pessoa interessante, elegante ou sofisticada, o Kempinski Laje de Pedra é o lugar dessa pessoa”, acrescenta.