O encerramento da 12ª edição do Gramado In Concert, no sábado (7), não apenas cumpriu um calendário; ele chancelou o festival como um dos epicentros da música erudita no continente. Com um espetáculo histórico liderado pelo maestro João Carlos Martins, o evento foi finalizado com grande público e longo aplauso em pé pelos presentes.
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Foto: Rafael Cavalli/Divulgação
Sob a gestão da Gramadotur, presidida por Rosa Helena Volk, o festival contou em 2026 mais de 400 alunos, vindos de 15 países e 22 Estados brasileiros.
“Neste ano, fomos além. Democratizamos a música erudita com uma programação inédita e muito aberta aos visitantes e comunidade que aderiu em peso ao novo formato. Saímos desta edição com a certeza de que o Gramado In Concert é um organismo vivo, vibrante e pronto para projetar o Brasil para o mundo também em 2027”, destaca a presidente da Gramadotur, Rosa Helena Volk.
Concertos com Diogo Nogueira e João Carlos Martins arrecadaram mais de meia tonelada de alimentos
A 13ª edição, em 2027, será de 22 a 31 de janeiro.
Aprendizado além das fronteiras
Para além dos palcos lotados, o impacto real reside na densidade do aprendizado. De acordo com o diretor artístico Allan John Lino, a 12ª edição se destacou pela antecipação das atividades acadêmicas e pela qualidade técnica superior do corpo docente. O intercâmbio gerado aqui posiciona o Brasil em uma rede global de excelência musical.
“O legado deste festival se perpetua. Consolidamos o fortalecimento da música de concerto através de um intercâmbio artístico com professores nacionais e internacionais de altíssimo nível. Ao misturarmos a erudição com ícones da música popular, como Diogo Nogueira e João Carlos Martins, inovamos e formamos novos públicos. Gramado hoje é um polo inovador de turismo musical reconhecido dentro e fora do Brasil”, afirma Lino.