Você já experimentou o famoso morango do amor, viralizado nas redes sociais nas últimas semanas? Em Canela, a doceria Ginger House, do chef confeiteiro e proprietário Bruno Silvestrin, tem sido vista como a pioneira na fabricação do doce.
Vencedor do Que Seja Doce!, do Canal GNT, Bruno criou a produção em 2020. No local, o morango do amor, na verdade, tem outro nome: coxinha do amor. “Nasceu na pandemia, na época já éramos conhecidos pela maçã do amor, então por que não criar a coxinha do amor. Demos este nome justamente pelo formato, por ser parecida com uma coxinha de frango”, conta Silvestrin.
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Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
A loja, possui, inclusive, outros sabores com o morango como recheio, que são receitas exclusivas do chef, como a brûlée, de bala fini, açaí, pistache, paçoca e até mesmo a novidade recém criada, de suspiro. “Meu processo de criação está sempre aflorado, vejo como está o mercado e aí as ideias vêm de forma inusitada”, brinca.
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O sucesso do morango do amor, inclusive, assustou. “Antes produzíamos em torno de 30 unidades, agora durante a semana estamos fazendo 200 e nos finais de semana chegamos a 500. É um volume muito alto, ficamos assustados com a adaptação, é um produto difícil de fazer, mas estamos adorando, porque sabemos que somos o pioneiro, se não do Brasil, do Rio Grande do Sul”, comemora Bruno.
A alta demanda fez com que a fabricação iniciasse entre 6 e 7 horas da manhã. A loja abre às 14 horas. “Contratamos pessoal extra, a equipe foi dobrada”, fala.

Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
500 unidades ao dia
Foram mais de 3 mil unidades de morango do amor vendidas desde o começo da última semana. Filas foram registradas no empreendimento horas antes da abertura diária. O aumento da procura refletiu também na dificuldade de achar o insumo.
“O inverno na Serra gaúcha não é época de morango, compramos de produtores de Gramado e Canela, e agora, para essa demanda, tivemos fornecedores que chegaram a ficar sem. Agora estão tudo vindo de Minas Gerais. Então já era um produto que era mais caro nessa temporada, o custo acabou dobrando”, diz o chef confeiteiro.
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Foto: Fernanda Fauth/GES-Especial
No local, eles pagam R$ 50 o quilo. “Mas já fomos avisados que o preço deve subir novamente nos próximos dias”, conta.