Nova onda de frio e chuva abaixo da média. O mês de julho promete ser diferente de junho, que teve altos acumulados de precipitação no Rio Grande do Sul. Julho é, historicamente, um mês marcado por ondas de frio. Desta forma, já era esperado que o período fosse marcado por frio intenso.

Foto: Paulo Pires/GES
A MetSul Meteorologia destaca que o Sul do Brasil já teve ondas de frio históricas como, por exemplo, no ano 2000, quando quase todo o Sul do Brasil ficou abaixo de zero, e em 2013, quando uma grande nevada foi registrada em Santa Catarina e no Paraná. Ou, ainda, neve na Serra gaúcha em 2021.
Apesar da previsão de frio nesta semana, a MetSul afirma que o mês mais frio do inverno já ocorreu e foi junho. A tendência é de temperaturas próximas da média histórica no Sul do Brasil. Na segunda semana, a temperatura se eleva mais com mínimas e máximas mais altas e tardes agradáveis. Na maior parte do restante do mês, não se projeta frio muito intenso. Assim, o começo de julho deve ser o período mais gelado do mês.
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Chuva em julho
Quanto à chuva, o Sul do Brasil terá precipitação abaixo da média. O RS não deve repetir o padrão de maio e junho, que tiveram chuva acima a muito acima da média. A MetSul adianta que julho terá chuva com menor frequência e volumes mais baixos.
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La Niña e El Niño
Já quanto ao oceano, a tendência é de neutralidade. Conforme a última atualização da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA), agência dos Estados Unidos, a anomalia de temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central neste final de junho era de +0,1°C, logo na faixa de neutralidade (sem El Niño ou La Niña). A tendência é que ao longo de julho as anomalias de temperatura da superfície do mar na faixa equatorial do Pacífico sigam na faixa de neutralidade.