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PREVENÇÃO

Operação já retirou mais de 4 toneladas de resíduos das tubulações de São Leopoldo

Ação de controle de alagamentos teve início em fevereiro e segue sendo realizada de forma contínua

Publicado em: 01/05/2025 às 03h:00 Última atualização: 02/05/2025 às 10h:01
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Em quase três meses, a Operação de Controle de Alagamentos (OCA) retirou mais de 4 toneladas de resíduos das tubulações de diferentes bairros de São Leopoldo. Além disso foram recolhidas 3,5 toneladas de lixo nas ruas. A iniciativa, desencadeada no começo de fevereiro, integra as secretarias de Obras e de Serviços Urbanos, Semae, Defesa Civil e Guarda Civil Municipal, e visa a limpeza de bueiros por meio de microdrenagem e hidrojateamento.

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Operação é uma ação preventiva e terá continuidade



Operação é uma ação preventiva e terá continuidade

Foto: Douglas DaLua/ Prefeitura de São Leopoldo

Os trabalhos tiveram início pelo bairro Vicentina e até a semana passada, segundo o diretor do Semae, Gabriel Dias, já haviam contemplado 223 ruas da cidade. Dentre os bairros já atendidos, além da Vicentina, estão Santos Dumont, São Miguel, Campina e Rio dos Sinos. Nos pontos onde ocorre a operação, a equipe do Semae também realiza o mapeamento de locais onde há erosão para a realização de consertos.

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Conforme Dias, a OCA é uma ação preventiva contínua e que segue diariamente. Na semana passada, os serviços foram realizados na região da Avenida Caxias do Sul, no bairro Rio dos Sinos. “Trabalhamos com três equipes de conserto e ligação e duas de desobstrução, num total de 15 funcionários.” De acordo com ele, as principais áreas afetadas já foram feitas nessa primeira etapa. “Foram 181 quilômetros de redes desobstruídas, 223 ruas completas e toneladas de dejetos retirados.”

Atividade contínua

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“Agora continuamos com a segunda etapa em alguns locais que ainda precisam, mas a operação será uma atividade contínua do Semae e da Semov. Estamos organizando novo cronograma de acordo com as necessidades de cada bairro. A segunda etapa vai abranger ainda algumas ruas dos bairros que já passamos, mas também outros bairros.” O diretor destaca, que só nesta primeira etapa foram investidos mais de R$ 3,5 milhões, com recursos próprios do Semae e da Prefeitura.

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“A avaliação é boa, porque já tivemos chuvas que em outras ocasiões teriam causado alagamentos e devido a limpeza das galerias pluviais não tivemos ocorrências deste tipo. Ainda temos locais com problemas estruturais, que estamos analisando como resolver, mas envolvem projetos e recursos maiores”.

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Previsão de obras estruturais

Na data do lançamento da operação, o prefeito Heliomar Franco destacou que inicialmente, 91 pontos, identificados pelas pastas que integram a força-tarefa, seriam contemplados com a ação. “Estamos trabalhando nos pontos mais críticos de alagamentos que ainda faltam, dentro dos recursos disponíveis que temos. A operação é prioridade para que, quando chegarem as chuvas, tenhamos minimizado os danos trazidos pela tragédia”, frisa o prefeito.

Em recente entrevista ao Jornal VS, Franco havia informado que além da OCA, também deve ser estruturado, em breve, um projeto para realizar obras estruturais maiores com o objetivo de conter alagamentos em pontos mais críticos, como as avenidas Feitoria e São Borja.

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“Tem alguns lugares que precisam de obras, são milhões de reais que precisam ser investidos, contemplados no orçamento e desenvolver um projeto, mas são coisas diferentes da OCA”, disse na oportunidade.

Sinônimo de tranquilidade

Moradora do bairro São Miguel, a dona de casa Míriam Damasceno, 58, aprovou a operação. “No bueiro próximo da minha casa tinha muita sujeira. Não tinha mesmo como a água não extravasar com muita chuva. Agora estamos mais tranquilos de que tão cedo nossa região não vai alagar”, diz.

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A aposentada Nara Regina Rieth, 63, também se disse satisfeita com o serviço realizado na Vicentina. “Sofremos muito com tudo o que aconteceu no ano passado. Aplaudimos o trabalho feito pela prefeitura, mas sabemos, também, que a comunidade precisa colaborar. Não adianta o pessoal limpar o bueiro num dia e no outro o pessoal encher de lixo de novo”, opina.

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