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Paralisação parcial dos Correios atinge o RS e outros 8 estados

Segundo a estatal, 91% dos empregados continuam trabalhando e agências seguem abertas em todo o País

Publicado em: 17/12/2025 às 20h:01 Última atualização: 17/12/2025 às 20h:04
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Trabalhadores dos Correios no Rio Grande do Sul e em outros oito estados brasileiros iniciaram uma paralisação parcial na noite desta terça-feira (16). A mobilização afeta operações em unidades específicas, mas 91% dos empregados da estatal seguem trabalhando normalmente, segundo informações divulgadas pela empresa nesta quarta-feira (17).

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Paralisação parcial dos Correios atinge o RS e outros 8 estados

Foto: Agência Brasil

Além do Rio Grande do Sul, a paralisação atinge Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, conforme confirmado pelos Correios. A mobilização ocorre durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

“Do total de 36 sindicatos, 24 não aderiram ao movimento de paralisação. O monitoramento realizado nesta quarta-feira (17) indica que cerca 91% dos empregados seguem trabalhando normalmente, considerando o efetivo total da empresa”, informou os Correios em comunicado oficial.

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A empresa destacou que a operação nacional “permanece majoritariamente em funcionamento, com impactos pontuais em unidades específicas, sem comprometimento sistêmico dos serviços”. Para enfrentar a situação, os Correios acionaram o Plano de Continuidade do Negócio (PCN), adotando medidas “para mitigar os impactos” e “garantir a continuidade dos serviços prioritários”.

Todas as agências dos Correios permanecem abertas e as entregas continuam sendo realizadas em todo o território nacional, segundo a estatal. A empresa não divulgou informações sobre a duração prevista para a paralisação ou as reivindicações específicas dos trabalhadores que aderiram ao movimento.

Em nota, a estatal reafirmou seu “compromisso com o diálogo responsável, a sustentabilidade da empresa e a preservação dos empregos”. Os Correios acrescentaram que continuam empenhados em construir um consenso com as representações dos trabalhadores, sob mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

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