Secretário adjunto da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Comunitária (SEMUSP) de São Leopoldo o coronel João Ailton Iaruchewski destaca que a retirada dos radares móveis das ruas da cidade não é definitiva. O tema foi manchete do Jornal VS desta segunda-feira (21).

Foto: Divulgação/Prefeitura de São Leopoldo
“Os radares móveis não estão sendo utilizados momentaneamente, haja vista que estamos primando pela educação no trânsito, conscientização do condutor e preservação à vida”, frisa o secretário. Segundo ele, os equipamentos, que serviam na fiscalização em 16 vias, entre ruas e avenidas, poderão voltar a ser utilizados a qualquer momento. “Basta o nosso entendimento neste sentido”, sublinha o coronel.
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Os equipamentos eram utilizados há mais de 10 anos pela Guarda Civil Municipal (GCM) leopoldense e flagravam, em média, 40 infrações por dia. Com base em reportagens antigas feitas pelo Jornal VS, apesar de em São Leopoldo o limite de velocidade ser de até 60 quilômetros, a velocidade máxima flagrada pelo radar móvel havia sido de 123 quilômetros por hora, na Avenida São Borja.
Apesar de não haver, por enquanto, as fiscalizações com os radares móveis, os 11 controladores eletrônicos fixos espalhados por diferentes bairros seguem em operação. Entre eles, estão sete pardais e quatro caetanos. Estes últimos, instalados junto aos semáforos, e que fazem a fiscalização de sinal vermelho e velocidade simultaneamente.
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“Os radares existem porque as pessoas não cumprem a legislação, não observam a velocidade da via, e grande parte não tem a educação necessária para a circulação. Quando o condutor é autuado, é uma forma de tentar educá-lo. Não é uma repressão em si, mas uma forma de educação”, pontua Iaruchewski.