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RS-122: Caminhão-tanque preso entre pontes tem risco de cair e explodir

CSG destaca que, até o início da tarde desta terça-feira, não havia previsão para liberação da rodovia, que está totalmente bloqueada desde a madrugada

RS-122: Caminhão-tanque preso entre pontes tem risco de cair e explodir
Publicado em: 11/02/2025 às 13h:35 Última atualização: 11/02/2025 às 14h:03
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A situação do caminhão-tanque que está preso entre pontes da RS-122, em São Sebastião do Caí, tem gerado preocupação. O veículo, que transportava gás a granel, está no local desde a madrugada desta terça-feira (11), quando o motorista perdeu o controle da direção e saiu da pista, no quilômetro 11 da rodovia. 

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Caminhão caiu em vão entre pontes na RS-122, em São Sebastião do Caí | abc+



Caminhão caiu em vão entre pontes na RS-122, em São Sebastião do Caí

Foto: Fepam/Divulgação

Desde então, todo o trecho da estrada, em ambos os sentidos, está bloqueado. A interdição gerou congestionamento, que se estende por mais de três quilômetros na região do Vale do Caí.

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No momento do acidente, o veículo já havia descarregado a carga, mas mesmo os resquícios de gás geram risco de explosão. Por conta disso, durante a manhã o Corpo de Bombeiros realizou o resfriamento do caminhão. Como está em um vão, há, ainda, a possibilidade dele despencar.

A CSG, concessionária que administra a rodovia, informa que tem acompanhado a situação de perto e confirma o perigo enfrentado. “Em função do caminhão estar preso em um vão entre duas pontes, há risco do caminhão cair e com o impacto explodir”, alerta. “A empresa Nacional Gás, dona do caminhão, acionou o seguro para remoção, e foram contratados dois guindastes para retirar o veículo sem riscos.”

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Os caminhões que farão a retirada do veículo chegaram ao local por volta do meio-dia. O trabalho precisa ser realizado com cautela e, por isso, até o início desta tarde, não havia previsão de quanto tempo o serviço levaria.

Quanto a liberação do trânsito, segundo a CSG, só será feira após a estrada passar por avaliação e aprovação da Brigada Militar, da Fepam e da Defesa Civil.

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