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RS confirma gripe aviária em aves de subsistência em Coqueiros do Sul

Estado reforça vigilância na área do foco e orienta a população sobre sinais suspeitos e formas de notificação

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Publicado em: 19/07/2026 às 18h:45 Última atualização: 19/07/2026 às 18h:46
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O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza Aviária de Alto Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência no município de Coqueiros do Sul, na região noroeste. O diagnóstico foi validado na última sexta-feira (17) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas, após a coleta de amostras por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal.

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RS confirma gripe aviária em aves de subsistência em Coqueiros do Sul

Foto: Divulgação Seapi

A ocorrência foi identificada em aves de fundo de quintal e, segundo a Secretaria da Agricultura, não altera a condição sanitária do Estado e do Brasil como livre da doença. Com isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

Risco para consumo e medidas de controle

As autoridades reforçam que não há risco no consumo de carne e ovos, porque a gripe aviária não é transmitida por meio da alimentação. A orientação é evitar qualquer contato com aves doentes ou mortas e não tentar socorrer animais feridos, reduzindo o risco de exposição ao vírus.

O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul fará visitas em propriedades e granjas localizadas num raio de 10 quilômetros do foco. Além da vigilância na área, serão realizadas ações de educação sanitária e conscientização para produtores e moradores da região.

Como notificar casos suspeitos

A influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves, mas também pode atingir mamíferos e, mais raramente, humanos. Entre os sinais de alerta estão sintomas respiratórios, alterações neurológicas e mortalidade alta e súbita em animais.

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Qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente à Secretaria da Agricultura, por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033. A notificação rápida é considerada fundamental para conter a disseminação da doença e orientar as ações de controle.

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