A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reclassificou o Rio Grande do Sul para alto risco em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nesta quinta-feira (28). O Estado enfrenta crescimento contínuo de hospitalizações em um cenário de baixa adesão à vacinação.
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Foto: Agência Brasil
O novo boletim InfoGripe indica que os registros da doença ultrapassaram o limiar considerado “muito alto” pelos pesquisadores. Na semana anterior, o território gaúcho estava na categoria de risco.
Segundo informações do Ministério da Saúde, mais da metade da população prioritária gaúcha não está imunizada contra a doença. O vírus Influenza A mantém maior circulação no território. O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também circula por todo o Estado.
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Todas as faixas etárias da população gaúcha estão sendo impactadas. Crianças a partir de 2 anos, adultos e idosos apresentam casos graves de síndrome respiratória.
Desde o início do monitoramento, foram contabilizadas 4.847 hospitalizações por SRAG no território gaúcho. Até a tarde desta quinta-feira, o número de óbitos confirmados pelo Estado totalizava 322. Desses, 80 foram causados especificamente por Influenza e 56 por Covid-19.
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Os índices atuais já superaram os registrados em 2023 e 2024.
Vacinação
A campanha nacional de vacinação contra a gripe será encerrada no sábado (30). Após essa data, os municípios gaúchos continuarão aplicando o imunizante de acordo com a disponibilidade em estoque.
A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é destinada aos grupos prioritários. O imunizante protege contra três cepas da influenza.