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RIO GRANDE DO SUL

Um ano depois da enchente, governo gaúcho usou R$ 1,73 bi de fundo para reconstrução do RS

Até abril deste ano, foram alocados R$ 8,53 bilhões do recurso vindo da suspensão da dívida com a União

Publicado em: 24/04/2025 às 11h:25 Última atualização: 24/04/2025 às 11h:41
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Em cerimônia realizada no Palácio Piratini nesta quinta-feira (24), o governo do Rio Grande do Sul apresentou o balanço de um ano de ações do Plano Rio Grande, criado para recuperar as perdas do Estado após as enchentes de 2024.

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O evento contou com a presença do governador Eduardo Leite (PSDB) acompanhado de seu vice Gabriel Souza (MDB) junto de secretários do primeiro escalão do governo.

 Governo do RS divulga balanço do Plano Rio Grande um ano após enchentes | abc+



Governo do RS divulga balanço do Plano Rio Grande um ano após enchentes

Foto: Eduardo Amaral/GES-Especial

A apresentação detalhou as ações e investimentos na reconstrução dos municípios atingidos pela maior tragédia climática da história gaúcha.

Uma das fontes de recursos é o Funrigs, o fundo formado pela suspensão de pagamento da dívida do Estado com a União. Segundo o levantamento apresentado pelo Executivo gaúcho, até o mês de abril deste ano foram disponibilizados aos cofres públicos R$ 8,53 bilhões através do fundo.

Contudo, deste valor total, apenas R$ 1,73 bilhões foram efetivamente utilizados no pagamento de ações para a reconstrução do Estado. Outros R$ 3,71 bilhões estão empenhados, o que significa que o dinheiro já está separado para o pagamento de projetos de reconstrução.

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Mudanças no Funrigs

Um dos anúncios feitos durante a cerimônia é a mudança na gestão do Funrigs. O gerenciamento deste recurso passará a ser mais direto, sendo feito pela Secretaria da Reconstrução Gaúcha (SERG) comandada por Pedro Capelupi.

A principal diferença na gestão é a mudança fundo a fundo, o que significa que os municípios enviarão seus projetos diretamente à Secretaria e esta fará o pagamento aos gestores municipais. Com isso, os repasses do Funrigs devem ficar mais ágeis.

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