O prefeito de Canoas, Airton Souza, pretende unificar a sede de todas as secretarias por meio da criação de um centro administrativo. O projeto prevê a construção de um complexo junto à Praça do Avião, no Centro da cidade.

Foto: Reprodução
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Segundo o administrador municipal, a iniciativa será viabilizada por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Após a conclusão do projeto, Airton estima uma economia anual de aproximadamente R$ 8 milhões em aluguéis e despesas operacionais.
“Esperamos entregar o centro administrativo pronto até o fim de 2028. Era um sonho de campanha. O objetivo é atender bem o cidadão. Acolher em único lugar todos os serviços das secretarias do município”, afirma.
Airton defende que a execução da obra seja feita sem recursos do caixa da Prefeitura.
“A ideia é economizar recursos que poderão ser investidos em outras áreas prioritárias. Vamos em busca de um parceiro do setor privado para não gastar dinheiro direto da cidade.”
De acordo com o gestor, a integração administrativa também terá impacto positivo no urbanismo e mobilidade da cidade.
“O espaço será conectado ao prédio da secretaria da Fazenda e ao edifício garagem, além de integrar as passarelas já existentes na região central”, explica.
Com a concentração dos serviços em um ponto único, Airton destaca mais agilidade no atendimento ao cidadão.
“Haverá redução do tempo e do custo com o deslocamento de processos e materiais entre diferentes prédios. O novo complexo também será um marco visual e simbólico para Canoas, unindo funcionalidade, modernidade e valorização do espaço público.”
Ainda não há prazo para o início das obras. A Prefeitura está em busca de uma empresa para firmar uma PPP.
Outras tentativas
A discussão sobre a construção de um centro administrativo em Canoas já ocorreu em outras ocasiões.
A proposta do centro administrativo constava no Plano de Governo de Luiz Carlos Busato. No plano, constava a viabilização do complexo.
Em 2019, na gestão de Luiz Carlos Busato, o assunto havia sido comentado pela população, por meio de enquetes nas redes sociais, a respeito da localização do centro administrativo.
No entanto, o projeto não avançou ao longo dos quatro anos de mandato de Busato, entre 2016 e 2020.