Canoas participa da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, organizada no Rio Grande do Sul pelo pelo Instituto Geral de Perícias (IGP-RS). Haverá coleta na Praça do Avião nesta segunda-feira (11), das 9 horas ao meio-dia.

Foto: Leonardo Ambrosio/ASCOM IGP
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A iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública tem o objetivo de ampliar as ações de identificação de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. A edição deste ano será a terceira desde o início da campanha. Em 2024, foram coletadas 1645 amostras, auxiliando na identificação de 35 pessoas. Somente no Rio Grande do Sul, três pessoas foram identificadas graças ao mutirão.
Como é feita a coleta
A coleta é feita com um cotonete passado por dentro das bochechas, ou então a partir de uma pequena gota de sangue extraída do dedo.
Os familiares devem seguir a seguinte lista de prioridade para doar material genético:
- Filhos(as) biológicos(a) e o outro genitor
- Pai e/ou mãe biológicos
- Irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe)
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Atualmente, o Rio Grande do Sul ocupa a 4ª colocação no ranking estadual de contribuições de perfis genéticos, de acordo com dados da Rede Integrada de Perfis Genéticos. Esses dados são cruciais para que, a partir de novas coletas, as autoridades possam chegar a novas identificações.
Até o momento, o IGP já promoveu a identificação de mais de 100 restos mortais por meio do banco de perfis genéticos, ajudando a dar mais dignidade aos familiares de pessoas desaparecidas.
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