A investigação consequente do crime resultou na batizada Operação Revoada, organizada em março, executada pela Polícia Civil mirando a facção criminosa responsável pelo ataque.
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Foto: Divulgação/Polícia Civil
Dois meses depois, a Polícia Civil volta à cena do crime para a Operação Revoada II, lançada na manhã desta quarta-feira (27), com ordens judiciais e nove mandados de busca e apreensão cumpridos em Canoas, Porto Alegre e Charqueadas.
Desta vez, o objetivo da ação era limpar o Condomínio Arlindo Gustavo Krentz, onde duas facções criminosas estavam mantendo atividades.
Segundo apuração da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, os moradores eram vítimas e alguns inclusive eram mandados embora pelos criminosos.
Diretor do Departamento Estadual de Homicídios, o delegado Mario Souza afirma que a ação enérgica visa eliminar a influência do tráfico de drogas e entorpecentes sobre o residencial.
“Nós não vamos permitir que criminosos se achem acima da lei e imponham regras à população”, avisa.
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