O relógio bateu 11 horas, na manhã desta quarta-feira (9) quando os operários ligados ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) fecharam uma pista da BR-116, logo na entrada do viaduto da Metrovel, em Canoas.

Foto: LEANDRO DOMINGOS/GES-ESPECIAL
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O congestionamento criado a partir do estreitamento no quilômetro 264 da rodovia se estendeu além da área central de Canoas, tornando mais complicada a vida dos motoristas que trafegavam do interior em direção à capital Porto Alegre.
Enquanto os cones eram posicionados no alto do viaduto, trabalhadores subiam reforçados andaimes lá embaixo e se posicionavam para uma operação complexa: a retirada de uma das muretas de proteção do viaduto.
Conforme o Dnit, o trabalho é considerado fundamental para o bom andamento das obras de alargamento do viaduto, que avançam à medida que o trabalho de fundação e estaqueamento é concluído.
Caso a previsão do tempo colabore, o serviço interrompido no meio da tarde de ontem, deverá ser retomado nesta quinta-feira (10), o que deve resultar em um novo congestionamento para quem precisa trafegar pela BR-116, em Canoas.
Obra de no mínimo um ano
Quem circula pela BR-116, sabe que há uma série de trabalhos executados ao longo da rodovia. A obra mais complexa, segundo a própria autarquia, trata-se da ampliação do viaduto da Metrovel.
A obra no quilômetro 265 da BR-116 estava prevista dentro do Lote 1 de melhorias operacionais e de segurança viária, projetadas para a rodovia federal.
A previsão, segundo o Departamento de Infraestrutura de Transportes, é que a obra completa dure, no mínimo, um ano, contado a partir do dia 1º de fevereiro, quando acabou fincada a primeira estaca na área.