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Volta às aulas

"É mais barato comprar agora": Está aberta a temporada de procura por material escolar em Canoas

Houve movimentação nas lojas da cidade, na manhã deste sábado (10), em busca dos menores preços

Publicado em: 10/01/2026 às 12h:29 Última atualização: 10/01/2026 às 12h:29
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Com menos de um mês para o retorno às aulas na rede pública e particular, a manhã deste sábado (10) foi de movimentação nas lojas, com pais e responsáveis na busca por materiais escolares.

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O objetivo é um só: pechinchar os menores preços. E para isso vale a pena pesquisar e entrar de loja em loja somente para “dar uma olhadinha”, já que os valores dos produtos variam entre uma e outra.

Busca pelo material escolar movimentou lojas na manhã deste sábado (10), em Canoas | abc+



Busca pelo material escolar movimentou lojas na manhã deste sábado (10), em Canoas

Foto: LEANDRO DOMINGOS/GES-ESPECIAL

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Professora de Educação Infantil, Marisa Corrêa, 47 anos, saiu de casa cedo para sondar materiais mais em conta para o retorno do pequeno Glauber às atividades no último ano do Ensino Fundamental.

“Não gosto de deixar para a última hora e também é mais barato comprar agora”, explica. “Só que não dá para sair comprando. É melhor sondar antes, porque encontrei lápis com quase dez reais de diferença de uma loja para outra.”
A variedade de materiais à disposição é grande. Há artigos mais simples, desde aqueles criados para chamar a atenção das crianças, com personagens populares da animação “Lilo & Stitch” e super-heróis a Marvel.

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“Se desse, compraria os cadernos que eles querem, mas não é assim que a banda toca”, advertiu a cozinheira Joceline Munhoz. “Tenho dois em casa e preciso dividir o orçamento para caber no bolso de cada um”, esclareceu a trabalhadora de 41 anos.

Otimismo

Embora existam filas e clientes batendo os cotovelos nas prateleiras das lojas, o movimento tende a crescer mais a partir das próximas semanas, com procura maior às vésperas do retorno às aulas, dizem os lojistas.

Gerente de uma loja no Calçadão, Cristiane Melo observa um aumento de 20% nas vendas somente na última semana. O maior volume, entretanto, é esperado para os últimos dias de janeiro e no começo do próximo mês.

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“A boa notícia é que a procura neste ano começou bem mais cedo que no ano passado”, explica. “Por enquanto, não dá para saber se os números serão melhores, mas a movimentação garante um pouco de otimismo.”

Preços

Ao analisar o preço em três lojas, foi possível constatar que o preço médio de um caderno de 100 páginas é R$ 20. Já o caderno com 200 páginas pode sair por R$ 30.

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Lápis podem ser achados variando entre R$ 1 e 12. Uma borracha sai por R$ 2 e o indispensável apontador a um preço médio de R$ 3.

Quanto às caixas de lápide cor, existem preços variáveis, mas um estojo considerado bom e completo pode ser adquirido por R$ 38.

Item mais caro da lista, a mochila também pode ser vista em variados modelos. É adquirida a preços que variam de R$ 130 a 250, a depender do gosto da clientela.

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Qualidade

Pode parecer exagero, mas não é. Em se tratando de estudantes, especialmente os menores, é preciso ter atenção com a qualidade dos materiais, segundo alerta do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Entre os produtos que devem obrigatoriamente apresentar certificação devido ao risco às crianças, estão lápis de cor, canetas hidrográficas, borrachas, apontadores, massas para modelar, além dos, às vezes, solicitados EVA e TNT, de uso comum na escola.

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“Orientamos pais e responsáveis a verificarem se os materiais escolares possuem o selo do Inmetro, se são adequados à faixa etária da criança e se estão sendo adquiridos em estabelecimentos formais, que garantem a procedência desses produtos. Essas medidas ajudam a prevenir acidentes”, afirma o presidente do Inmetro, Márcio André Brito.

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