O Teatro Sesc Canoas recebe nesta quinta-feira (16), a partir das 19 horas uma das etapas eliminatórias do Festival da Virada – Depois das Águas.
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Foto: Divulgação
O encontro reúne artistas de diferentes regiões do Rio Grande do Sul para celebrar a música, o território, a memória e a conscientização ambiental, proporcionando ao público uma experiência que valoriza a diversidade da produção musical contemporânea e fortalece a circulação cultural pelo Estado.
A programação integra o circuito que percorre municípios impactados pela enchente de 2024 e contará com apresentações especiais de Renato Borghetti, Maria Luiza Benitez e Dante Ramon Ledesma.
Músicas de Canoas
Com entrada gratuita, a etapa de Canoas reúne 12 músicas concorrentes, sendo seis de artistas locais e seis de representantes de outras regiões gaúchas, previamente selecionadas por curadoria.
Músicas classificadas nas categorias Regional e Estadual – Etapa Canoas
- “Águas de Afeto”, com letra de Mário Terres e melodia de Manoel Souza
- “O Que a Água Não Levou”, com letra de Luis Fernando Gastaldo e melodia de Arison Martins
- “Aguadas”, com letra e melodia de Cleiber Rocha
- “A Culpa não foi do Rio”, com letra de Gujo Teixeira e melodia de Nilton Junior da Silveira e Robledo Martins
- “Taperas”, com letra de Leonardo Quadros e melodia de Guilherme Castilhos
- “A Insônia da Amazônia”, com letra de Dilan Camargo e melodia de Everson Maré
- “Fundo do Pago”, com letra de Vinícius Brum e melodia de Érlon Péricles
- “Renascimento”, com letra e melodia de João Quintana Vieira
- “A Tapera e Eu”, com letra de Thiago Suman e Guilherme Suman e melodia de Pedro Guerra
- “Aruegas”, com letra de Rafael Ovídio e melodia de Hílton Vaccari
- “O Azul dos Meus Olhos”, com letra e melodia de Mário Tressoldi e Chico Saga
- “Aquarela do Amanhã”, com letra de Sandro Maia e melodia de Alexson Massagão
Ao longo do circuito, canções inéditas disputarão vagas para a grande final, marcada para o dia 22 de julho, em Porto Alegre.
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Conforme a coordenadora de produção do projeto, Luci Caminha, o Festival da Virada – Depois das Águas nasce como um espaço de encontro e reconstrução simbólica.
“A música tem a capacidade de aproximar experiências, registrar memórias e abrir caminhos para novos olhares sobre o futuro. O festival busca valorizar essas narrativas e promover conexões entre arte, território e sociedade”, destaca.
Oficinas culturais
Em agosto, a programação seguirá com oficinas culturais em escolas dos municípios participantes, palestra do biólogo Felipe Schenkell com intervenções musicais do violonista Marcello Caminha, além de atividades de contação de histórias com a escritora Rosane Castro e o músico Marco Araújo.
Na sequência de Canoas, o Festival da Virada – Depois das Águas fará sua última classificatória em Sapucaia do Sul, no dia 19. Além de Canoas, o festival já percorreu Lajeado, São Leopoldo e Gramado.
O festival é uma realização da Caminha Produções Artísticas Ltda. e Pandorga Produtora Cultural, com patrocínio da Petrobras e realização do Ministério da Cultura, por meio da LeiRouanet Emergencial RS.
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