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Nova Santa Rita realiza audiência pública sobre prolongamento da BR-448 nesta quarta-feira

Encontro com moradores e autoridades debate impactos sociais e territoriais no município

Publicado em: 23/09/2025 às 15h:11 Última atualização: 23/09/2025 às 15h:11
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Com o objetivo de debater os impactos da obra no município, a Câmara Municipal de Nova Santa Rita promove uma audiência pública sobre o prolongamento da BR-448 nesta quarta-feira (24). O encontro será no Plenário Amilton da Silva Amorim a partir das 18h30.

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Trecho da rodovia passará por Nova Santa Rita | abc+



Trecho da rodovia passará por Nova Santa Rita

Foto: PAULO PIRES/GES

A proposta é discutir os impactos sociais e territoriais das obras na rodovia entre os municípios de Nova Santa Rita e Portão. A intervenção está prevista ser feita, por exemplo, na Estrada Rural Itapuí com a passagem de um viaduto, segundo o edital lançado em 2022.  

O debate deve contar com a presença do superintendente regional do Dnit no Rio Grande do Sul, Hiratan Pinheiro da Silva, segundo a Câmara. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) é o responsável pela contratação da elaboração do projeto e da execução da obra.

Os estudos e os projetos estão a cargo da empresa Magna Engenharia e devem ser entregues até o segundo semestre de 2026, informa o Dnit. Além do departamento, a audiência também terá a presença de autoridades locais, parlamentares, especialistas e moradores da região.

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Justificativa

A audiência foi solicitada em junho pelo vereador Emerson Giacomelli (PT) e foi aprovada de forma unânime pelos demais parlamentares. Na justificativa, foi levantada a necessidade de discussão do assunto que já virou pauta na cidade.

O vereador cita a possibilidade de impactos urbanos, rurais e ambientais – questões que são de interesse coletivo dos nova santarritenses. “Neste sentido, torna-se fundamental garantir espaços de escuta e participação social que assegurem a transparência, o diálogo com os atingidos e o respeito aos direitos humanos e à dignidade das populações envolvida”, argumenta.

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