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VOZES DA INOCÊNCIA

Pai, padrasto, tio e avô: Homens são presos em operação contra abuso de sete crianças e adolescentes de 7 a 14 anos

Mandados contra abusadores foram cumpridos em bairros de Canoas e no Rio de Janeiro; entenda

Publicado em: 29/08/2025 às 09h:14 Última atualização: 29/08/2025 às 09h:33
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Quatro suspeitos de praticar abuso sexual contra crianças e adolescentes foram presos na manhã desta sexta-feira (29) pela Polícia Civil em Canoas. Um quinto mandado de prisão preventiva está sendo cumprido.

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DPCA de Canoas deflagrou Operação Vozes da Inocência nesta sexta-feira (29) | abc+



DPCA de Canoas deflagrou Operação Vozes da Inocência nesta sexta-feira (29)

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Os alvos são pai, padrasto, tio e avô, de diferentes famílias, das sete vítimas com idades entre 7 e 14 anos. As prisões foram nos bairros Guajuviras, Mato Grande e Fátima. 

A operação, que mobilizou 30 policiais, também se estendeu a cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para onde um dos suspeitos fugiu durante as investigações. Também cumpridos outros seis mandados de busca e apreensão.

A ação faz parte da Operação Vozes da Inocência, coordenada pelaDelegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas.

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Dentro das próprias casas

De acordo com o delegado Maurício Barison Barcellos, coordenador da investigação, este tipo de crime quebra a relação de confiança entre os familiares. Segundo as investigações, as vítimas permaneceram na situação de abuso durante um longo tempo e dentro de suas próprias casas – local que deveria ser de acolhimento e cuidado. 

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“A operação de hoje, além de dar cumprimento à justiça, simboliza o respeito e a valorização do depoimento dessas crianças e adolescentes, que, mesmo fragilizadas, tiveram coragem de romper o silêncio”, destaca o delegado. 

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Segundo a Polícia, a operação só chegou nesta fase porque houve seriedade na hora de ouvir os depoimentos. “Ao depositar confiança nos relatos dessas vítimas, a investigação consegue prevenir e punir com eficácia os crimes mais cruéis e devastadores, que não apenas ferem corpos, mas destroem a alma e comprometem o futuro das vítimas.”

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