
Foto: LEANDRO DOMINGOS/GES-ESPECIAL
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Segundo o secretário, a partir de agora, máquinas e operários trabalham para remover a carga de pedras, colocada na área provisoriamente no ano passado. Isso é necessário para que seja fechado o trecho com material definitivo e adequado à estrutura.
“Este trecho é emblemático, porque foi onde rompeu o dique do Mathias Velho ano passado”, frisa. “Na época, houve o fechamento com material impermeável e provisório. Aceleramos estudos e projetos para fechar de forma adequada e garantir a segurança da população”.
Hampel aponta que os trabalhos devem durar 90 dias. Em paralelo a isso, a administração trabalha para garantir celeridade na aprovação dos projetos que devem garantir a elevação do restante do dique, obra almejada pela população.
“Começamos aqui porque sabemos que este ponto hoje é o mais frágil e inseguro”, esclarece. “Foi fechado de forma provisória, mas agora ganhará uma estrutura definitiva e segura”.
Na avaliação de Airton Souza, quem mora no bairro Mathias Velho, sente medo a cada vez que chove. Por isso é importante que as obras de elevação comecem o mais depressa possível.
“Não é hora de revanchismo”, afirmou o prefeito. “Queremos que as licitações criadas pela administração anterior sejam aprovadas com o máximo de rapidez para que as obras possam andar mais rápido”.
O prefeito esteve em Brasília nesta semana, conversando sobre os recursos destinados às obras. O governo federal voltou a garantir R$ 1 bilhão necessário para resolver o problema que assusta a população até hoje.
“O governo federal já criou o fundo onde garantiu R$ 6,5 bilhões de reais para trabalhos em toda a região. Canoas está dentro com um valor aproximado de R$ 1 bilhão. Só queremos que liberem o recurso para ser administrado pela Prefeitura”.