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Manifestação

Trabalhadores de terceirizada da Petrobras protestam em frente à Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas

Profissionais ligados à empresa LCD Engenharia se reuniram na manhã desta quinta-feira (14) para cobrar pagamentos

Publicado em: 14/08/2025 às 14h:11 Última atualização: 14/08/2025 às 14h:13
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Um grupo de trabalhadores ligados à empresa LCD Engenharia, terceirizada da Petrobras, se reuniu, na manhã desta quinta-feira (14), em uma manifestação na frente dos portões da Refinaria Alberto Pasqualini.

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Os profissionais dos setores de manutenção e construção civil cobram pagamentos atrasados e alegam, pelo menos, três meses de atrasos de salários, depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de rescisões.

Operários voltaram a se manifestar, na manhã desta quinta-feira (14), em frente aos portões da Refinaria Alberto Pasqualini  | abc+



Operários voltaram a se manifestar, na manhã desta quinta-feira (14), em frente aos portões da Refinaria Alberto Pasqualini

Foto: REPRODUÇÃO

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Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre (Sticc), Jean Pereira, a empresa não só estava inadimplente com seus trabalhadores, mas também com os fornecedores necessários para os trabalhadores desempenhar suas funções diárias.

Ele lembra que uma manifestação já havia sido organizada há dois meses, quando muitos cruzaram os braços e não retornaram mais para as funções devido aos abusos cometidos pela empresa.

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“A empresa, segundo informações que recebemos, foi vendida e, desde então, iniciaram os problemas como falta de pagamento”, explica. “Faz três meses que sou chamado para atender aos trabalhadores que relatavam atraso de salário e benefícios. Eles só querem o que é direito.”

A nova manifestação organizada nesta quinta-feira visa chamar a atenção da sociedade para o problema. Embora não esteja marcado um novo protesto, não está descartado que os trabalhadores voltem a se reunir nos portões da Refap.

Tudo porque, aponta o Sindicato, o salário de julho que deveria ser pago no quinto dia útil de agosto não foi pago. Além disso, os trabalhadores demitidos entre o último dia 21 e o começo do mês não receberam rescisões.

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“Estamos falando de mais de 150 pais e mães de família que produziram para a empresa e agora estão jogados a incerteza de quando irão receber”, lamenta. “Estamos tentando o possível, fazendo contato com a empresa, fazendo contato com a Petrobras, mas infelizmente só recebemos a notícia de que será pago.”

A reportagem do DC tentou contato com a Petrobras, a LCD Engenharia, porém, até o fechamento desta matéria, não houve retorno.

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Para a reportagem do DC, servidores da Petrobras informaram somente que a manifestação durou entre 6h30 e 7 horas e que não causou impacto na operação conduzida pela Refinaria nesta quinta-feira.

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