A movimentação é alta na manhã desta quarta-feira (25) no limite de Canoas com Porto Alegre, na altura do bairro Rio Branco.

Foto: Paulo Pires/GES
Foi durante a noite de terça-feira (24) que a água do Rio Gravataí começou a avançar sobre a Transpetro, terminal Niterói da Petrobras, e a empresa Cassol Centerlar. Ambas tiveram os pátios inundados.

Foto: Paulo Pires/GES
A área, para quem não lembra, marcou o começo da inundação durante a tragédia que atingiu Canoas em maio do ano passado. Foi quando as águas passaram sobre o muro da Cassol que a evacuação começou na cidade.
Desta forma, os moradores que vivem na área ficam apreensivos. A todo momento homens, mulheres e crianças chegam ao local para observar a situação.
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Foto: Paulo Pires/GES
“Vai ser mais uma noite sem dormir”, lamenta o aposentado José Martins Ouriques, de 63 anos. “Eles dizem que não vai ter uma nova enchente, mas para quem vive em Canoas já começou tudo de novo”, desabafa o ex-operário.
A Defesa Civil permanece no local desde a noite, conversando com os moradores e prestando esclarecimentos sobre a situação. O diagnóstico é que o Rio Gravataí deve estabilizar e água não deve avançar nas próximas horas.
Trânsito
Por conta da inundação, o tráfego é complicado na manhã desta quarta-feira para quem precisa entrar ou sair de Canoas pelo bairro Rio Branco.
A Avenida Guilherme Schell tem tráfego carregado desde as primeiras horas, com o trânsito literalmente parando no ponto da inundação, onde há cones da Secretaria Municipal de Trânsito.
A melhor orientação ao condutor, portanto, é dar meia volta e evitar circular pela área.