Pessoas com Deficiência (PCDs) que buscam vagas no mercado de trabalho participaram de uma ação em Novo Hamburgo. A procura por trabalho foi intensa na manhã desta quinta-feira (28) na Agência FGTAS/Sine (Rua Tamandaré, 221, bairro Pátria Nova), quando ocorreu a Ação PcD, realizada em parceria com a Prefeitura na 31ª Semana Estadual da Pessoa com Deficiência.

Foto: Susi Mello/GES-Especial
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Mais de 40 vagas foram disponibilizadas por nove empresas que realizaram as entrevistas no próprio local.

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Segundo a coordenadora da agência hamburguense, Ingrid Pauly, quem não teve oportunidade de participar da Ação nesta quinta, pode procurar a Agência de segunda à sexta-feiras, das 8 às 15 horas, sem fechar ao meio-dia. Ela explica que geralmente há vagas específicas para PCDs. Outra alternativa, acrescenta, é contatar pelo WhatsApp 98462 1017 ou email n.hamburgo@fgtas.rs.gov.br.

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“Tem muito preconceito na hora de dar emprego para quem tem deficiência”, declara Vinícius Frana Freiesleben, 31, morador do bairro Primavera, que foi encaminhado para vagas de recepcionista/atendente e balconista/atendente em três empresas. “Tendo vagas para PCDs é melhor. É obrigado a contratar”, declarou Vinícius.

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Psicóloga do Monaco Atacado, Céfura Peralta, conta que a empresa oferece oportunidades para as pessoas com deficiência. “Viemos aqui para oportunizar a inclusão de PCDs no mercado de trabalho”, frisou. A empresa oferece sete vagas para atendente de frente de caixa. “Geralmente começa pela área de empacotamento até eles se inserirem bem e depois ganham outras oportunidades na empresa”, acrescenta.

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Quem esteve presencialmente na manhã desta quinta-feira aprovou a iniciativa, onde cada um era encaminhado para entrevistas em três vagas.
Paulo Roberto de Souza, 46 anos, que perdeu parte da perna direita após sofrer acidente de trabalho e ter complicações em atendimento hospitalar, explica que é importante ter um dia específico para PCDs. Ele conta que é difícil ficar correndo atrás de vagas. A ação de hoje, segundo ele, facilita a procura pelo trabalho.
Cristiane Bitencourt, 38, que tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e bipolaridade, levou currículo junto. “Quero o trabalho porque revigora e dá uma força. Quero trabalho para ocupar a mente”, declarou ela, que torce para conseguir a vaga.
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