As ações de resiliência climática estão entre as pautas a serem abordadas nesta quinta-feira (11) na 4ª Reunião Ordinária de 2026 do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos).

Foto: Magali Schmitt/Comitesinos
Mediante inscrições prévias feitas de forma on-line (aqui), a comunidade pode participar gratuitamente do encontro que ocorre na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. A reunião será das 14h às 17h, no Espaço Cosmos, localizado no 3º andar do prédio vermelho.
Dentre os temas a serem abordados, estão as ações do comitê científico de adaptação e resiliência climática do Rio Grande do Sul, do projeto Agente Mirim de Defesa Civil, a apresentação do Projeto Verdes Sinos e assuntos gerais.
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As reuniões são realizadas para desenvolver estratégias, debates e deliberações para a gestão dos recursos hídricos, de forma a garantir água em quantidade e qualidade para todos os usos.
O encontro desta quinta-feira faz parte do último dia da Semana do Meio Ambiente da Universidade Feevale, que segue até esta sexta (12). A secretária-executiva do Comitesinos, Kely Boscato, destaca que a reunião deve contar com representantes do Estado.
“Também teremos a apresentação do professor Joel Goldenfum, do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática do Rio Grande do Sul, que falará sobre as mudanças climáticas e o que vem por aí”, ressalta.
“Esse é um assunto recorrente na plenária, abordado por outros especialistas como do IPH, por exemplo, para abastecer nossas entidades com subsídios e nos ajudar nas tomadas de decisões”.
Responsável por ministrar esse tema, o secretário executivo do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática do Rio Grande do Sul, Joel Avruch Goldenfum, descreve o tipo de ação que costuma ser realizada para prevenir consequências graves em casos como o da enchente histórica de 2024.
“A resiliência climática envolve uma série de coisas, envolve fortalecer infraestruturas, proteger populações vulneráveis. Garantir serviços essenciais. Para isso, a gente trabalha, por exemplo, com sistemas que podem suportar grandes volumes de água, se trabalha com soluções baseadas na natureza, se trabalha com gestão de risco, no sentido de reduzir as possibilidades de termos riscos”, descreve.