Resgate do passado

Alvales promove bate-papo sobre livro de vitrais na região

Ateliê Veit - A paixão pela arte foi lançado recentemente mostrando as obras espalhadas por todo o Rio Grande do Sul

Publicado em: 24/04/2024 19:00
Última atualização: 24/04/2024 19:01

A Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos (Alvales) realizou, na tarde desta quarta-feira (24), um encontro e bate-papo no Centro Cultural Albano Hartz, em Novo Hamburgo, com a escritora Elinor Somensi para falar de seu mais recente lançamento, o livro “Ateliê Veit - A paixão pela arte”, lançado em dezembro. A obra, que conta com 255 páginas, é o resultado de pesquisa da autora por mais de três décadas, sobre a vida de Albert Gottfried Veit e seus trabalhos realizados em vitrais por todo o Rio Grande do Sul.


Encontro na Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial

Imigrante alemão que chegou ao Brasil em 1913, Veit e seus filhos adornaram à mão os vitrais que adornam mais de 83 edificações em cidades como: Novo Hamburgo, Porto Alegre, Antônio Prado, Canoas, Caxias do Sul, Garibaldi, Pelotas, Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, Venâncio Aires, Veranópolis. Ele é bisavô da escritora que escreveu sobre sua história.

“Eu admiro ainda mais a nossa colega porque ela teve que ir atrás e atrás de muitos lugares, e está tudo comprovado. Há tantos outros locais que ela visitou que há indícios de que tenham sido feitos pelo bisavô dela, mas que sem a comprovação não puderam entrar nesta obra”, comentou a Acadêmica Nícias Sauer.

Livros traz fotografias dos vitrais de Albert VeitDário Gonçalves/GES-Especial
Livros traz fotografias dos vitrais de Albert VeitDário Gonçalves/GES-Especial
Família de Albert Gottfried VeitDário Gonçalves/GES-Especial
Além de Ateliê Veit, Elinor também é autora de outros dois livrosDário Gonçalves/GES-Especial
Membros da Academia com o livro da autoraDário Gonçalves/GES-Especial
Escritora Elinor SomensiDário Gonçalves/GES-Especial
Encontro na Academia Literária do Vale do Rio dos SinosDário Gonçalves/GES-Especial

Tendo visitado um total de 1779 lugares desde o início dos anos 90, Elinor Somensi trabalhou com notas fiscais, matérias em jornais antigos, entre outras formas para poder chegar à conclusão do seu trabalho. “A Igreja Matriz de Feliz é uma que a família sempre afirmou que foi feita por ele, mas não tem nenhuma assinatura e não localizei nenhum documento que pudesse comprovar. Por isso, acabou não entrando no livro”, descreve a autora.

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