Nesta véspera de Natal, o comércio do Centro de Novo Hamburgo registra o movimento das últimas compras natalinas dos moradores da cidade. Os hamburguenses que deixaram as compras para a última hora circulam pelas lojas em busca do presente ideal para familiares e amigos, além dos últimos atrativos para a ceia de Natal.

Foto: Luiza Helena Peters
Quem aproveita as últimas horas antes da troca de presentes, enfrenta maior dificuldade em encontrar os produtos desejados, mas ainda assim obtém diversas possibilidades no comércio local.
“Tô tentando comprar, deixamos pra última hora, ainda tô indo trabalhar e tá sendo bem corrido mesmo. Eu sou carioca, é o segundo Natal que eu passo no Rio Grande do Sul e tô tentando comprar um dinossauro para uma criança, para dar de presente, não sei se eu vou conseguir”, relata Elida de Almeida da Silva.
Acessórios, eletrodomésticos e brinquedos estão entre os itens mais procurados. Ainda assim, este ano as vendas contaram com novidades, especialmente nos itens voltados para o público infantil, que recebeu um ano de grandes lançamentos e febres do momento – como os livros de colorir Bobbie Goods e os bichinhos de pelúcia Labubu.
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“Esse ano se destacou por muitas novidades que tiveram no mercado e a gente vendeu muita coisa diferente. Foi o que empenhou a venda e o comércio”, destaca a vendedora Cleonice da Rosa.
Além destes itens, o Natal de Novo Hamburgo também encontrou espaço para os fotoprodutos, envolvendo ensaios fotográficos, álbuns e porta-retratos com fotos, assim como almofadas, xícaras e camisetas personalizadas, sendo uma ideia de presente totalmente customizado. “O movimento tá bem bacana, de última hora tá dando muito movimento e está muito bom, não temos do que reclamar”, comenta Everton Dresch.
A Pesquisa de Final de Ano 2025 da Fecomércio-RS indica que as lojas de Centro continuam sendo as favoritas entre a população no período de Festas – seguida pela Internet, em 2º lugar, e os shoppings, em 3º lugar, no ranking de locais de compras. Entre os fatores predominantes para a compra, o preço foi indicado como principal determinador para os entrevistados, sendo o mais citado em todas as faixas de renda abordadas na pesquisa.
Por conta disso, indica-se que os bazares e lojas locais ainda encontram espaço nos planos da população gaúcha – apesar da crescente no acesso à tecnologia e compras online -, sendo, inclusive, uma opção garantida para quem deixou suas compras para o último tempo.