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AEDES AEGYPTI

DENGUE: Jovem que morreu pela doença em Novo Hamburgo era morador do bairro Canudos

Prefeitura afirma que o óbito foi registrado no dia 4 de maio deste ano, mas só foi confirmada pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta semana

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Publicado em: 20/05/2025 às 13h:10 Última atualização: 20/05/2025 às 13h:11
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O jovem de 25 anos que morreu por dengue em Novo Hamburgo era morador do bairro Canudos. Em nota, a Prefeitura afirma que o óbito foi registrado no dia 4 de maio deste ano, mas só foi confirmada pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta semana. 

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DENGUE: Jovem que morreu pela doença em Novo Hamburgo era morador do bairro Canudos

Foto: Adobe Stock

Ele tinha comorbidades e era “portador de doenças congênitas crônicas (deficiência física e neurológica)”. O Município destaca que o paciente recebeu atendimento e assistência na rede municipal de saúde. Ele foi diagnosticado com dengue através de um teste rápido. A doença acabou evoluindo para uma hepatite aguda viral fulminante, que causou o óbito.

Segundo a SES, o morador de Novo Hamburgo não havia saído do RS. Ou seja, o caso é considerado autóctone, que é quando é contraído no próprio local onde o indivíduo reside.

A Prefeitura diz que, apesar do óbito, este ano o Município teve uma redução no número de casos, em relação ao cenário de 2024. “Lamentamos a perda deste paciente, pois toda a vida importa. Mas o cenário de proliferação da dengue é melhor. Estamos trabalhando forte no combate ao mosquito, mas precisamos que a comunidade faça sua parte também”, salienta a titular da Secretaria Municipal da Saúde, Betina Espindula.

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De acordo com o governo do Estado, Novo Hamburgo apresenta incidência de 820,9 casos prováveis para cada 100 mil habitantes. O caso hamburguense é o 21º óbito por dengue no RS somente em 2025.

Principais sintomas da doença:

  • Febre alta, com duração de dois a sete dias
  • Dor retroorbital (atrás dos olhos)
  • Dor de cabeça
  • Dor no corpo
  • Dor nas articulações
  • Mal-estar geral
  • Náusea
  • Vômito
  • Diarreia
  • Manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.

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O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.

Em municípios com vacina disponível é extremamente recomendado a vacinação da população elegível de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos.

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Situação epidemiológica

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 20.385 casos confirmados da doença, dos quais 16.832 são autóctones, que é quando o contágio aconteceu dentro do Estado, com os demais sendo importados (residentes do RS que foram infectados em viagem a outro local).

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