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BAIRRO GUARANI

Deslizamento preocupa moradores em Novo Hamburgo: "Não adianta esperar chegar perto para fazer alguma coisa"

Deslizamentos de terra começaram na manhã desta quinta-feira

Deslizamento preocupa moradores em Novo Hamburgo: "Não adianta esperar chegar perto para fazer alguma coisa"
Publicado em: 29/05/2025 às 17h:05 Última atualização: 29/05/2025 às 17h:06
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Moradores da Rua Fernando de Noronha no bairro Guarani, em Novo Hamburgo, estão preocupados com um deslizamento de terra. Conforme Gilmar Machado, de 55 anos, que há 22 anos vive no local, canos da rede de esgoto que atendem a região começaram a cair no inicio da manhã desta quinta-feira (29) e causaram o deslocamento de massa nas proximidades da casa onde mora.

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Deslizamento de terra na Rua Fernando de Noronha, bairro Guarani, em Novo Hamburgo | abc+



Deslizamento de terra na Rua Fernando de Noronha, bairro Guarani, em Novo Hamburgo

Foto: Juliano Piasentin/GES-Especial

“Começamos a ficar preocupados. Estava chovendo muito”, diz ele, que diz ter colocado panos para tentar conter o deslizamento. No entanto, sem sucesso. “Continuou caindo.”

Questionado sobre quando a área começou a ser afetada, o morador disse que os primeiros deslizamentos foram em maio de 2024, durante as enchentes no Rio Grande do Sul. “A viga ia longe. O primeiro cano que desabou já está inclusive enterrado devido ao tempo.”

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A Prefeitura de Novo Hamburgo foi acionada pelos moradores, com fotos e vídeos enviados. “Falaram que hoje [quinta-feira] é feriado e que viriam amanhã [sexta-feira]. Que o deslizamento estava longe da casa e não precisaria de preocupar.”

Em contato com a reportagem, a Prefeitura afirmou que não se trata de um deslizamento, mas de um desencaixe de cano. A Secretaria de Obras Públicas e Infraestrutura vai ao local na sexta-feira (30). “Não adianta esperar chegar perto para fazer alguma coisa”, desabafa Machado.

Segundo a Defesa Civil, a casa não corre risco de ser atingida. “Ficamos preocupados com o perigo que pode causar. Batalhei para construir a casa e agora isso”, completa Gilmar, cobrando um retorno do município.

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