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SÉTIMA ARTE

Estreia filme que faz homenagem para professor da Liberato

Tributo é uma trama ficcional dirigida pelo filho

Publicado em: 28/05/2025 às 13h:33 Última atualização: 28/05/2025 às 13h:34
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Cícero Marcos Teixeira Júnior, orientador educacional do curso de Eletrotécnica da Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha que morreu em novembro de 2023, aos 61 anos, é homenageado no filme Tributo, dirigido por seu filho e que acaba de ser lançado. A produção, que é uma obra com personagens fictícios, foi inspirada pela sua história de vida e teve sessão de estreia na última sexta-feira (23), no Teatro do Hospital São Lucas (HSL) da PUCRS.

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Tributo foi lançado na última sexta-feira  | abc+



Tributo foi lançado na última sexta-feira

Foto: Hiago Neuberger Pereira/HSL

A direção de Tributo é de Rodrigo Teixeira, filho de Cícero. “Esse filme é dedicado a todas as pessoas que cuidam de pessoas. É uma homenagem àqueles que celebram a vida todos os dias, até o último suspiro”, explica o diretor. O filme ficcional emocionou o público ao abordar o poder transformador da música no cuidado de pessoas em situações delicadas de saúde.

O local da estreia é simbólico, porque foi no HSL, por quatro anos e meio, que o professor foi cuidado em sua jornada de enfrentamento do câncer.

O filho conta que foram 15 meses de trabalho desde a idealização do filme, que surgiu justamente nos últimos meses de vida do pai, tendo o filho acompanhado o tratamento. Foram desses ensinamentos absorvidos na rotina do hospital que surgiu a ideia do filme. “Fui cada vez mais me dando conta de que tudo isso poderia ser contado de uma maneira cinematográfica, poética, em que celebrar a vida até o último suspiro deveria ser a mensagem a ser contada”, comenta o diretor.

Presença de ex-alunos

A noite especial regada a música contou com um momento de conversa com Lucas Ramos, médico geriatra e paliativista, sendo o responsável pela coordenação do núcleo de cuidados paliativos do HSL. O evento teve a presença de gerações de ex-alunos do Cícero, que lecionou por três décadas na Liberato.

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Rodrigo explica que o filme não é uma biografia de seu pai. “É um filme ficcional”, sublinha, acrescentando que conta a história de uma filha e de sua mãe, Roberta e Bárbara (esta em memória ao nome de sua falecida irmã), interpretadas pelas atrizes Maria Kipper e Suzy Menegat.

No final do filme, há uma emocionante homenagem a Cícero, com imagens do professor.

Próximas exibições do filme

• 4 de junho, às 18h30, no Teatro Moacyr Scliar da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

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• 14 de junho, às 18 horas, na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaia, em Esteio.

• 20 de junho, às 19 horas, no Teatro Municipal de São Leopoldo.

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• 28 de julho, na Fundação Liberato, com exibição especial direcionada ao corpo docente em seminário pedagógico.

• 27 de agosto, na Fundação Liberato, com duas exibições sendo uma na manhã e uma à tarde durante a programação da Semana Cultural da Fundação Liberato.

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