As altas emoções que uma partida de futebol podem proporcionar são ampliadas em ritmo de Copa do Mundo. Quando há jogo do Brasil, então, a torcida canarinha não esconde os sentimentos, de otimismo ou desconfiança com a seleção. A caminhada mal começou, mas as projeções são as mais variáveis possíveis.
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Torcedores festejam e projetam longa caminhada do Brasil na Copa do Mundo de 2026, após celebrações com a vitória sobre o Haiti na sexta-feira (19), acompanhada do Boteco do Resenha, em Novo Hamburgo
Foto: Bruno Morais/GES-Especial
“Eu quero que o Brasil ganhe o hexa. Está merecendo, tomara que façam muitos gols no jogo de hoje, que ganhe bastante jogos e a Copa do Mundo, (mas), acho difícil”, opina Eduarda Butzen, auxiliar de loja, durante o jogo contra o Haiti, disputado na sexta-feira (19). Ela esteve acompanhada de amigas no Boteco do Resenha, em Novo Hamburgo, para assistir a partida.
Se por um lado o merecimento é a palavra-chave, do outro, há quem veja a Amarelinha como inferior a outras equipes. “Queria acreditar mais, mas a minha expectativa é de que não passa das oitavas. Tem Argentina, Inglaterra, Alemanha, times mais entrosados. Acho que o Ancelotti não achou o time certo. Endrick deveria ser titular”, declara Douglas Oliveira, morador de Novo Hamburgo.
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Independente das expectativas, o clima foi de festa no dia 19. Do Resenha, foi realizada, também, a transmissão pela Rádio ABC 103.3. Como não poderia ser diferente, a vibração foi intensa durante os gols e de maneira especial com a entrada de Endrick, caracterizando um dos xodós da seleção.
Brasil x Argentina
De maneira mais objetiva, Daniela Faleiro, subgerente de loja, visualiza a sexta estrela no escudo brasileiro. “Acho que vamos ganhar (a Copa), ou, pelo menos, chegar na semifinal. É o mínimo”, ela comenta.
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Torcedores festejam e projetam longa caminhada do Brasil na Copa do Mundo de 2026, após celebrações com a vitória sobre o Haiti na sexta-feira (19), acompanhada do Boteco do Resenha, em Novo Hamburgo
Entre os fanáticos, tem quem imagine uma possível final para ficar na história das copas. “Se o Brasil chegar na semi (final), ele vai para a final e ganha da Argentina. É isso que vai acontecer. O hexa vem em 2026”, compartilha Luciano Balczarek, morador – e sonhador – de Novo Hamburgo.
Festa até o final?
Um dos nomes envolvidos na iniciativa, Jonathan Frois, o Tchotcha, comemora a empolgação do público no clima de copa e justifica o entusiasmo em função do longo período distante da taça. “Acho que deve ser porque (faz) muito tempo que não ganhamos a copa. Então, estamos valorizando cada vez mais essa competição. Estamos unidos, se identificando com as cores do Brasil e indo para a rua. A galera está bem unida para ir em busca do hexa”.
Jonathan Frois, o Tchotcha
Foto: Bruno Morais/GES-Especial
E para Tchotcha, se há jogo da seleção, há festa, logo, uma caminhada longa representa momentos de diversão e parceria. “Expectativa é a melhor possível. Quanto mais o Brasil ir longe, mais festa a gente faz, mais resenha fazemos”, aponta Jonathan