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SOLIDARIEDADE

Evento beneficente vai reunir mais de 200 artistas no Teatro Feevale nesta terça-feira

Dançando Pela Vida será hoje; veja como participar

Publicado em: 17/06/2025 às 11h:21 Última atualização: 17/06/2025 às 11h:21
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A noite desta terça-feira (17) será de solidariedade e arte no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. A partir das 20 horas, acontece o espetáculo Dançando pela Vida, coordenado pela professora Deborah Grin Cassel, com o objetivo de arrecadar fundos para a Liga Feminina de Combate ao Câncer do Município.

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Ainda há ingressos para assistir o Dançando pela Vida no Teatro Feevale | abc+



Ainda há ingressos para assistir o Dançando pela Vida no Teatro Feevale

Foto: Divulgação

Com ingressos a R$ 50 e estacionamento a R$ 20, o evento contará com mais de 200 artistas no palco e apresentações de ballet clássico, dança flamenca, danças urbanas, contemporâneas e gaúchas, além da participação da Escola de Música Sol e Cia. As entradas podem ser adquiridas pelo site da Blue Ticket ou no local na hora do evento. Todo o valor arrecadado será destinado à entidade, presidida pela oncologista Daniela Lessa.

A Liga atende mensalmente cerca de 500 pacientes em situação de vulnerabilidade social e com diagnóstico de câncer. O número, no entanto, varia. Só em abril, foram 630 pessoas assistidas.

A diretora-administrativa da instituição, Regina Dau, explica que ações como o espetáculo são fundamentais para manter os atendimentos. “Todos os eventos dos quais a Liga é convidada a participar e que têm a renda revertida para a entidade ajudam muito. Porque a Liga vive, como a gente costuma dizer, ‘de grão em grão’. Então, não importa quanto entra, sempre ajuda. Com o que a gente pode, a gente ajuda, sejam com fraldas, remédios, cestas básicas, até cobertores. Tudo o que você imaginar, a Liga tenta dar conta”, diz.

Outras formas de colaborar

Regina também destaca que há diversas maneiras de contribuir com o trabalho da Liga. “A comunidade pode contribuir muito. Pode participar dos eventos, estar presente. Vale a pena e faz diferença. A gente também tem o brechó, que é outra fonte importante de arrecadação. Ele acontece toda quarta-feira, na nossa sede, na Rua Tupi, 282, no bairro Rio Branco. Então precisamos de doações para manter o brechó abastecido e funcionando.”

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Outro ponto importante é a doação de alimentos, especialmente para os pacientes em tratamento oncológico que muitas vezes enfrentam a rotina médica em condições extremas de vulnerabilidade.

“Também aceitamos doações de alimentos, porque damos cestas básicas para pacientes em tratamento. Muitos vão para a quimioterapia sem sequer ter se alimentado, então cuidamos disso também. E quem quiser ajudar pode ir até a sede, ver de perto do que estamos precisando, se colocar à disposição”, explica.

Nos últimos anos, a entidade conquistou novas formas de financiamento, entre elas, a possibilidade de receber parte do imposto de renda de pessoas físicas, graças à inclusão no Estatuto do Idoso.

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“A gente mata um leão por dia. É batalha constante. Acordar, correr atrás, fazer evento, pedir ajuda, ser lembrada. É como qualquer entidade hoje em dia. A gente precisa pedir. Pedir verbas parlamentares, apoio do poder públic”, enumera.

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