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REENCONTRO

Ex-alunos celebram 50 anos de formatura na Liberato

Ex-estudantes do curso técnico em Química se formaram em 1975

Publicado em: 26/11/2025 às 08h:50 Última atualização: 26/11/2025 às 09h:13
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“O legado que ficou, além da formação técnica, foi disciplina, trabalho em equipe, ajuda mútua entre os colegas de turma e um preparo muito grande para o mercado de trabalho.” Este é o relato de Cláudio Gilberto Dias, 69 anos, ex-aluno do curso técnico em Química da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha.

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Formados de 1975 do curso de técnico em química da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha com a direção da escola | abc+



Formados de 1975 do curso de técnico em química da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha com a direção da escola

Foto: Paola Altneter/GES-Especial

No último sábado (22), um grupo de 19 ex-estudantes e acompanhantes participaram de um jantar no Grêmio Atiradores de Novo Hamburgo em celebração aos 50 anos da formatura. Já na tarde desta terça-feira (25) ocorreu uma visita na instituição, rememorando os momentos vividos na década de 1970. O encontro começou com um bate-papo com o diretor executivo, José de Souza, quando cada ex-aluno relatou a trajetória profissional após a formatura. Depois, os alunos amenizaram a saudade do laboratório de química.

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Segundo Cláudio, desde 2005 o grupo se reúne ao menos uma vez no ano, salvo o período de pandemia, e a visita na instituição surgiu como uma oportunidade para verem de perto como a escola está atualmente. “Na minha opinião e a da maioria dos colegas, as melhores lembranças são dos momentos em que ficávamos juntos, principalmente no intervalo do almoço”, declara.

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O diretor da Mosmann Alimentos, Paulo Cesar Mosmann, 70, conta que estudar na Liberato foi um divisor em sua vida. “A principal de todas foi a minha mudança em relação a responsabilidade e comprometimento com os estudos. Tive o privilégio de ter esta oportunidade e vi o que meus pais estavam investindo em mim”, relata. Além disso, ressalta os impactos na vida profissional. “Com a base que tive, consegui seguir minha carreira.”

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A ex-aluna Dalva Inês de Souza, 69, tem uma história longa na instituição, pois anos depois retornou como professora, função que exerceu por 35 anos. Ela conta que escolheu o curso técnico em Química porque gostava muito de ciências. “A Liberato foi muito importante, porque ela que me impulsionou e me deu base”, relata. “As principais memórias que ficaram foram os amigos, gincanas, área cultural e professores.”

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O diretor José de Souza descreve que foi magnífico ouvir as histórias e a trajetória que os ex-estudantes tiveram a partir do curso. “Também mostra o sucesso da Fundação Liberato em promover um ensino de qualidade. O depoimento de como foi importante este ensino que eles receberam mostra que a escola vem fazendo um bom trabalho e demonstra a importância de continuar neste processo”, destaca.

Veja o vídeo

Ex-alunos da Liberato se reúnem para comemorar os 50 anos de formatura
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