As lombadas eletrônicas prometidas para a RS-239, em Novo Hamburgo, já estão no lugar. Os equipamentos foram instalados nesta segunda-feira (2) no trecho de acesso à rua Bento Gonçalves, em frente ao retorno da transportadora Braspress, ponto conhecido por registrar diversos acidentes, inclusive fatais, nos últimos anos.

Foto: Dário Gonçalves/GES-Especial
Apesar de já visíveis na rodovia, os controladores de velocidade ainda não estão em operação. A reportagem busca contato com a Empresa Gaúcha de Rodovias – EGR para saber quando as lombadas passarão a operar, mas até a publicação desta matéria ainda não havia obtido retorno.
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O local, instalado no sentido Estância Velha-Campo Bom no km 14, terá limite de velocidade de 60 quilômetros por hora. Este é o terceiro equipamento na RS-239 no trecho de Novo Hamburgo. Os demais ficam no km 18 e no km 19 próximo ao antigo bar alternativo. Estes dois, em ambos os sentidos.
A medida atende a uma demanda antiga por mais segurança nesse ponto da ERS-239, que concentra alto fluxo de veículos e conversões perigosas, especialmente em direção à Universidade Feevale. A instalação foi confirmada no mês passado pelo presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Luis Fernando Vanacor, em reunião com o presidente da Associação dos Municípios do Vale Germânico (Amvag), Gaspar Behne.

Foto: Bruna de Bem/GES-Especial
Na ocasião, onde também foi discutida a entrega da ERS 239 para a iniciativa privada – que está com processo em andamento, mas sem prazos -, Behne afirmou que a lombada é uma forma de inibir o excesso de velocidade, apontado como uma das principais causas de acidentes na rodovia. “Perdemos as contas do número de vezes que, como Amvag, debatemos e nos reunimos com autoridades para tentar resolver os gargalos da 239. A lombada não resolve a situação, logicamente, mas ameniza. Cada obra feita para dar mais segurança para o usuário, ajuda a salvar vidas”, declarou.
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Outros pontos da ERS-239 também demandam atenção, especialmente os retornos que exigem cruzamento de pista. Ao menos dez locais foram identificados como críticos pela Amvag, mas, segundo a EGR, as obras necessárias dependem da futura concessão da rodovia à iniciativa privada, que segue sem prazo definido.