Joseane liderou o grupo que percorreu cerca de 700 metros entre a funerária no bairro Hamburgo Velho, aonde ocorreram os atos de despedida, e a Central de Polícia Civil, no centro da cidade.
Familiares e amigos participaram do ato
Foto: Joceline Silveira/GES-Especial
“Arrancaram a minha irmã de mim”
Joseane Schmitz não esconde a revolta diante da versão apresentada após o acidente. “Arrancaram a tua irmã de ti, uma pessoa nova, cheia de planos, e começaram a fazer essas invenções. Eu tenho fé que vai ser feita justiça, porque existe toda uma investigação, perícia, que vai provar que eles estavam errados. O que o delegado fez não tem explicação, não tem lógica”, desabafou.
Últimos momentos
Karine havia começado recentemente a trabalhar com a irmã em uma empresa de administração de condomínios. “Ela estava muito feliz porque a gente estava trabalhando juntas e ela não iria mais precisar fazer trabalhos à noite. Só que surgiu esse evento, o aniversário de um amigo dela. Ela saiu da minha casa às 16h30 para ir para esse evento… e nunca mais voltou”, relatou Joseane, emocionada.
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