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NOVO HAMBURGO

Morte de menino de 3 anos em reservatório de água: O que acontece após afogamento na área da casa de bombas

Criança autista não verbal não resistiu ao afogamento na área externa da estrutura de drenagem do bairro Canudos

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Publicado em: 26/02/2026 às 11h:03 Última atualização: 26/02/2026 às 11h:03
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Após a morte de um menino de 3 anos afogado em um reservatório na área externa à casa de bombas do bairro Canudos na tarde de quarta-feira (25), a Prefeitura de Novo Hamburgo confirma que fará uma avaliação das condições de segurança do local. 

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A criança, autista não verbal, de acordo com a Polícia Civil, teria saído correndo de casa e caído na água. O delegado Alexandre Quintão explica que o caso foi registrado pelo delegado plantonista como acidente. 

“Infelizmente, ele saiu correndo. E o pai começou a procurar imediatamente quando percebeu, mas, aí, até achar, não dava mais tempo”, descreve.

Padrasto e mãe da criança foram encaminhados a DPPA de Novo Hamburgo pela Guarda Municipal | abc+



Padrasto e mãe da criança foram encaminhados a DPPA de Novo Hamburgo pela Guarda Municipal

Foto: Bruno Morais

Medidas de proteção

Por meio de nota, a prefeitura afirma que “medidas de proteção e restrição de acesso já estão sendo analisadas pelas equipes técnicas, com o objetivo de reduzir riscos e prevenir novas ocorrências”.

A casa de bombas do bairro Canudos começou a ser construída em 2013 e não tem bombas em operação. “É uma estrutura técnica do sistema de drenagem e proteção contra cheias, não destinada à circulação pública.”

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A nota também ressalta que, mesmo sem bombas em operação, a bacia auxilia em momentos de chuva. “Ainda assim, diante da gravidade do ocorrido, a Administração Municipal determinou a imediata avaliação das condições de segurança do local.”

O que se sabe sobre o caso

Após o afogamento, a criança deu entrada na UPA por volta das 15h30. Teria sido levada pela mãe e o padrasto, que foram conduzidos pela Guarda Municipal ao plantão da Central de Polícia para o registro da ocorrência.

A equipe de saúde fez manobras de reanimação por aproximadamente 60 minutos, mas a criança não resistiu. 

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As investigações ficarão com a 3ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo.

Confusão após falecimento

Após ser informado da morte da criança, o padrasto tentou agredir uma familiar da companheira, a quem responsabilizou pelo acidente.

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Ele teria alegado que havia divergências familiares sobre uma possível mudança de residência. O homem foi contido pela Guarda Civil Municipal.

Veja a nota da Prefeitura na íntegra

“A Prefeitura de Novo Hamburgo lamenta profundamente a morte de uma criança de 3 anos ocorrida na área externa à casa de bombas do bairro Canudos. Neste momento de dor irreparável, o Município se solidariza com os familiares e amigos.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos atendeu, por volta das 15h20 desta quarta-feira (25), a criança que deu entrada no serviço em parada cardiorrespiratória.

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A equipe de saúde realizou manobras de reanimação por aproximadamente 60 minutos, seguindo rigorosamente todos os protocolos médicos indicados para a situação. Apesar dos esforços empreendidos pelos profissionais, a criança não resistiu.

A Guarda Municipal acompanhou a mãe da criança até a Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência e os encaminhamentos necessários para a liberação do corpo junto ao Instituto-Geral de Perícias (IGP).

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Um familiar foi conduzido à delegacia, onde foi indiciado por vias de fato após agressão a um outro familiar da criança. A apuração dos fatos compete à Polícia Civil.

A casa de bombas, que teve o início de sua construção em 2013, é uma estrutura técnica do sistema de drenagem e proteção contra cheias, não destinada à circulação pública. Mesmo que não haja bombas em operação, a bacia auxilia em momentos de chuva. Ainda assim, diante da gravidade do ocorrido, a Administração Municipal determinou a imediata avaliação das condições de segurança do local.

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Medidas de proteção e restrição de acesso já estão sendo analisadas pelas equipes técnicas, com o objetivo de reduzir riscos e prevenir novas ocorrências.”

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