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Fala, Galera

O que a enchente de maio ensinou na pauta da Emeb Arnaldo Grin

Com o apoio da profe Sheila, responsável pela disciplina de iniciação científica, as alunas arregaçaram as mangas e foram atrás de respostas

Publicado em: 29/10/2025 às 15h:56 Última atualização: 29/10/2025 às 15h:57
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“Um ano depois, as pessoas pensam que a enchente já passou, que ficou para trás. Mas ela ainda ecoa forte”, alerta a professora Sheila Parnoff, coordenadora do projeto ambiental da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Arnaldo Grin, no bairro Santo Afonso.

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As alunas Isabela, Lívia e Maria com a profe Sheila | abc+



As alunas Isabela, Lívia e Maria com a profe Sheila

Foto: Francine Silva/GES-Especial

Em maio do ano passado, ela e as alunas Lívia Guimarães, Isabela Hauenstein e Maria Isadora Wickiewicz viram a escola ser coberta por água e a lama invadir o bairro e atingir suas próprias casas. Um ano depois, no entanto, elas fazem do drama a motivação para estudar a fundo as mudanças climáticas e entender como é possível evitar novos episódios.

Com o apoio da profe Sheila, responsável pela disciplina de iniciação científica, as alunas arregaçaram as mangas e foram atrás de respostas. O resultado do trabalho de pesquisa conquistou o primeiro lugar na mostra da escola e já foi apresentado até em Porto Alegre.

Pesquisa ficou em 1.º lugar na feira científica da Arnaldo | abc+



Pesquisa ficou em 1.º lugar na feira científica da Arnaldo

Foto: Divulgação

Graças ao desenvolvimento dos estudos, a escola recebeu a doação de uma miniestação climatológica e, há poucas semanas, começou o plantio de uma minifloresta no pátio do colégio. “Nosso sonho é chegar a uma escola resíduo zero, sendo modelo de transformação para o bairro”, conta o diretor Fernando Bertuzzi.

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