A primeira edição do ano do Brique na Estação movimentou o bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo, neste domingo (16). O evento, que contou com feira de antiguidades, brechós, sebos, gastronomia e oficinas de artes, reuniu dezenas de pessoas na Rua Mauá.
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Foto: Laura Rolim/GES-Especial
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Para atrair o público, alguns expositores apostaram em peças da dupla Gre-Nal, já que, no Rio Grande do Sul, em dia de final de gauchão com Inter e Grêmio, quase não se vê ninguém nas ruas.
O microempreendedor Nei Paulo da Silveira, 55 anos, expõe no Brique desde 2019, e conta que estava preocupado com a presença do público justamente por ser um domingo de Gre-Nal. “Resolvemos trazer algumas camisas oficiais de jogos que estavam guardadas. Também trouxemos posters, discos, quadros, ‘canecões’, tudo na tentativa de tentar vender”, comenta Silveira.
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A estratégia de focar em itens da dupla deu certo. Segundo Silveira, três camisas foram vendidas durante a feira. “Só vendemos do Inter. Infelizmente, do Grêmio, não saiu nada”, brinca. As peças, conforme Silveira, são vendidas entre R$ 300 a R$ 400. “São peças difíceis de garimpar, e o pessoal compra por serem itens raros”, afirma.

Foto: Laura Rolim/GES-Especial
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Oficina de gravura reuniu participantes
Outro destaque do evento foram as oficinas de gravura. Durante a tarde, o artista Toni Rabello, que é professor na escola de Artes Carlão, ministrou a aula para os participantes. “Trouxe para feira uma das técnicas milenar, a da gravura em relevo sobre a madeira. Além de ser uma técnica de expressão, ela serve também como comunicação. Está diretamente ligada à arte popular no Brasil”, ressalta Rabello.

Foto: Laura Rolim/GES-Especial