Alunos das séries iniciais da Escola Municipal Marcos Moog participaram de uma noite marcante nesta terça-feira (4). Afinal, os pequenos foram as grandes estrelas na sessão de autógrafos dos livros que eles mesmo produziram.
A atividade ocorre pelo terceiro ano consecutivo e se tornou uma prática na escola, visando incentivar a leitura. “Desde o início eles estavam muito empolgados, participaram bem”, salienta a professora do 1º ano, Bianca da Silveira Rangel Haack.

Foto: Juliano Piasentin/GES-Especial
Ela explica que o trabalho foi iniciado no começo do ano letivo. “Cada turma foca em um assunto conforme sua faixa etária. Desenvolvemos o interesse deles com a contação de histórias.” Entre os menores, o turno do manhã desenvolveu rimas com o próprio nome, já as crianças da tarde trabalharam com contos de fadas, mas não os tradicionais. “Criaram contos malucos”, afirma a professora.
Interesse
Os principais pontos de interesses das crianças estavam nas inúmeras possibilidades de rimar e brincar com o próprio o nome, além de criação com os contos. “Tenho uma filha que estuda na escola. Ela está no 2º ano e ficou impressionada com o projeto. Se sentiu muito importante com o desenho dela no livro.”
O livro foi desenvolvido em sala de aula e depois digitalizado por meio de uma plataforma terceirizada. “Cada aluno pôde adquirir quantos livros quisesse. Hoje [terça-feira] vieram autografar.”

Foto: Juliano Piasentin/GES-Especial
Noite de autógrafos
No que se refere a noite de autógrafos, a empolgação era nítida nos corredores da escola localizada no bairro Jardim Mauá. “O dia foi agitado. Eles se empolgaram, ficaram na expectativa em ter um camarim exclusivo, se sentiram estrelas e só falavam nisso.”

Foto: Juliano Piasentin/GES-Especial
A espera não era apenas das crianças, mas também dos familiares. Eduardo Araújo é pai de Benício, 8 anos, aluno do 2º ano. “Ele chegava em casa, empolgado, contando sobre a pesquisa. Estou ansioso para conferir o resultado.”
Araújo conta que o foco da turma do filho foi contar a história sobre a origem do nome de cada aluno. “Fizeram uma história ligando isso. Envolveu bastante a família, para saber o motivo da escolha pelo nome. Foi muito oportuno fazer essa ligação.”
Já Amanda Kievel é mãe de Arthur, 5 anos, que está na pré-escola. “Ele é autista nível 2, então foi muito especial ter participado. A professora Karen é muito interessada e não mede esforços para incluir ele nas atividades. Ficamos curiosas para ver o livro pronto”, completa.

Foto: Juliano Piasentin/GES-Especial
Quem também estava empolgada era a pequena Maya, 4 anos. Acompanhada da mãe e da irmã mais velha, disse que o que mais gostou foi da pintura. “E das atividades no pátio”, deixou escapar. Ao autografar a própria obra de arte, não escondeu o orgulho no momento de posar para foto com a família.
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